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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Alcoolismo avança


“Os dados, divulgados recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), são preocupantes. Eles mostram que cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem a cada ano em consequência do consumo de álcool, um número que representa 4% do total de óbitos ocorridos no planeta. E que supera o de outras causas, como AIDS, a tuberculose e a violência.
O problema é que as autoridades dos diferentes países ainda não conseguiram encontrar soluções que permitam a redução do costume de beber, principalmente nos casos em que o paciente está em marcha batida para a fase do alcoolismo crônico. Campanhas de esclarecimento popular e a limitação da propaganda de bebidas têm produzido alguns resultados, porém, não em nível suficiente para uma reversão acentuada das estatísticas negativas. O enfrentamento via elevação de impostos tem adeptos, como também opositores influentes, que não vêem vantagens numa política restritiva mais severa, tipo “lei seca”.
Enquanto isso, bebe-se cada vez mais e, por conseguinte, morre-se cada vez mais. A população jovem é a mais propensa a adquirir o vício, que igualmente se alastra de forma mais intensa nas nações emergentes, onde as pessoas vão ampliando seu poder aquisitivo. Enfim, é algo que sempre existiu, porém, conforme a OMS, jamais com tanta abrangência como nos nossos tempos, em todos os lugares do mundo, sem distinção.”
(Fonte: A Tribuna)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Não trabalhe demais!


Gerentes de uma editora americana estão tentando descobrir porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa havia CINCO DIAS, até que alguém perguntou se ele estava bem.
George Turklebaum, 51, que trabalhava como revisor em uma firma de Nova York há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (andar aberto sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu na segunda-feira, mas ninguém notou até o sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou porque ainda estava trabalhando no final de semana. Seu chefe, Elliot Wachiaski, disse: 'O George era sempre o primeiro a chegar todo dia e o último a sair no final do expediente. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e o fazia sozinho.'
Ironicamente, George estava revisando um livro médico quando morreu. (Fonte: New York Times)

Sugestão...
De vez em quando, balance a cabeça e agite os braços, para os seus colegas de trabalho terem certeza de que você está vivo.
Moral da história: Não trabalhe demais; ninguém nota mesmo... A não ser quando você atrapalha a faxina...