Get Adobe Flash player

sexta-feira, 30 de maio de 2008

A implosão da mentira

Mentiram-me.
Mentiram-me ontem e hoje mentem novamente.
Mentem de corpo e alma completamente.
E mentem de maneira tão pungente que acho que mentem sinceramente.
Mentem sobretudo impunemente.
Não mentem tristes, alegremente mentem.
Mentem tão nacionalmente que acho que mentindo história a fora vão enganar a morte eternamente.
Mentem, mentem e calam
mas nas frases falam e desfilam
de tal modo nuas que mesmo o cego
pode ver a verdade em trapos pelas ruas.
Sei que a verdade é difícil e para alguns é cara e escura,
mas não se chega à verdade pela mentira
nem à democracia pela ditadura.
Evidentemente crer que uma flor nasceu em Hiroshima e em Auschwitz havia um circo permanentemente.
Mentem, mentem caricaturalmente,
mentem como a careca mente ao pente,
mentem como a dentadura mente ao dente,
mentem como a carroça à besta em frente,
mentem como a doença ao doente,
mentem como o espelho transparente,
mentem deslavadamente
como nenhuma lavadeira mente ao ver a nódoa sobre o rio, mentem com a cara limpa e na mão o sangue quente,
mentem ardentemente como doente nos seus instantes de febre, mentem fabulosamente
como o caçador que quer passar gato por lebre
e nessa pilha de mentiras
a caça é que caça o caçador
e assim cada qual mente indubitavelmente.
Mentem partidariamente,
mentem incrivelmente,
mentem tropicalmente,
mentem hereditariamente,
mentem, mentem
e de tanto mentir tão bravamente
constróem um país de mentiras diariamente.
(Afonso Romano de Sant’Anna)

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Meu Mundo

Aos desfalecidos, desventurados, aos derrotados por si mesmos, aos simplesmente desanimados ou então enterrados vivos no mais inquebrantável invólucro da hipocrisia humana, a todos os seres frustrados, fracassados, vencidos, aos que acabaram acorrentados na mais triste, vergonhosa e irreversível náusea de tudo e de todos: – Olá.
A todos os que foram ou deixaram-se ser, não apenas uma, mas diversas vezes enganados, aos incrivelmente idiotas e, acima de tudo, aos verdadeiramente incompetentes, inaptos, ineficazes e ineficientes, aos ressentidos e aos covardes incorrigíveis, aos eternamente incapazes de superar-se: – Olhem-me, ao menos uma vez!
Aos desobedientes, aos maníacos, aos desajustados, aos perdidos e aos esquecidos ou evitados, a todos os promíscuos, perversos, maliciosos, aos libertinos e libidinosos, aos desqualificados, ou então aos assumidamente inúteis, aos descabidamente preguiçosos, manhosos, acomodados, desleixados, frívolos e enfadonhos: – Nada posso ofertar-lhes, mas cá estou.
Aos indecisos, aos insatisfeitos e, sobretudo, aos arrependidos inatos (porque isto é uma qualidade e não um estado), aos deprimidos, aos ansiosos, nervosos, insanos, inconseqüentes, vulneráveis, aos insuportavelmente impacientes, aos neuróticos e psicóticos crônicos, aos viciados, alcoólatras e toxicômanos: – Por misericórdia, não façam descaso do que pode ser o meu único sentimento de afeto...
Aos profundamente nostálgicos, aos saudosistas, aos muitos incrédulos, agnósticos e inveterados niilistas, ou então aos desumanamente medíocres,voluntariamente esquecidos ou desligados, aos que subiram ao cume da desilusão, ou aos que desceram, ou caíram, à sombra da vida: – Não importa a ninguém, que eu lhes reserve o meu mais sublime carinho.
Aos ruins, aos deselegantes, a todos os seres humanos invisíveis, aos incapazes de dar-se ou obter qualquer reconhecimento, aos muito pobres de espírito e também aos ditos desalmados, aos inquilinos da mais angustiante desgraça, aos suicidas, aos desaparecidos, aos dementes, aos parcial ou completamente inválidos, por vontade própria ou não: – Eis aqui o meu olhar sereno, e o meu pranto mais apaixonado.
A todos vós, pecadores autênticos, criminosos infantis, enfim, a todos os náufragos do destino, perdulários indébitos da incompreensão humana, castigados pela severidade da razão, prisioneiros esquecidos do tempo infinito: – Acaso eu nunca tenha figurado entre algum de vós, perdoem-me se porventura não vos encarei com dignidade, pois desde sempre vos tenho encontrado presentes, dentro do meu próprio coração. (Geraldo Augusto Pinto)

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A Irresponsabilidade dos Responsáveis

No Exterior, a maior parte das matérias sobre o Brasil se refere à importância planetária da Amazônia, às queimadas e ao desmatamento em curso numa região que excita a cobiça dos espertos e expõe a tolice dos tolos. Nada disso, porém, teria maior importância se aquele extraordinário patrimônio nacional suscitasse, no grau devido, a responsabilidade dos responsáveis. Infelizmente não é assim.
Na edição do jornal Zero Hora, de Porto Alegre/RS, da última quarta-feira (21/05/2008), Paulo Sant’Ana lembrou a frase de Al Gore em 1989: “Ao contrário do que os brasileiros pensam a Amazônia não é deles, mas de todos nós”. É a síntese de uma idéia à qual a irresponsabilidade dos responsáveis não cessa de dar causa. Nossa conduta justifica ou permite que velhacos se fantasiem de ONGs benevolentes, adquiram vastas propriedades na região e se infiltrem em meio aos índios, organizando grupos insurgentes e gerando uma babilônia lingüística onde o que menos se ouve é o idioma nacional.
Acredite, leitor: o Brasil está fazendo o jogo dos seus antagonistas e, em breve, se declarará espoliado pela cupidez alheia. Marina Silva, em entrevista concedida logo após deixar o ministério, apresentou como “avanço” haver reduzido a devastação da floresta para 11,2 mil quilômetros quadrados em 2007. Um buraco com extensão superior à da Lagoa dos Patos! E o presidente Lula diz que o problema “é como se tivesse uma coceira e achasse que é uma doença mais grave" (em SP, 30/01/2008). Você já ponderou, leitor, o volume de madeira que representa uma devastação de tais proporções? Não se trata de levar no bolso sementes de alguma erva medicinal (o que já seria furto de riqueza botânica), mas de milhões de toneladas, processadas em centenas de serrarias, que demandam gigantescas frotas de balsas, navios e caminhões que certamente não têm aspecto de viatura para entrega de merenda escolar. Tudo sem que ninguém perceba? É a irresponsabilidade dos responsáveis.
Não bastasse a cupidez que patrocina as motosserras e certas ONGs, a tolice dos tolos ainda levou o país a assinar a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Essa Declaração lhes reconhece direito a livres estruturas políticas, econômicas e sociais (incluindo terras, territórios e recursos), à autonomia para fixarem suas próprias leis, à desmilitarização dessas áreas e por aí afora. Ao longo dos anos, o governo brasileiro, numa seqüência entreguista, vem consignando a tribos indígenas imensas porções do território nacional (especialmente na Amazônia e em suas regiões de fronteira).
O leitor atento deve ter percebido que escrevi “tribos” e não “nações”. Foi proposital. É inaceitável que nosso país, cedendo à pressão externa, venha admitindo a existência de uma infinidade de nações dentro da nação brasileira. A soberania nacional se esvai, precisamente, pela aplicação desse conceito a algo que, na verdade, são tribos dispersas, com idiomas distintos e sem a mais remota idéia de unidade. Só escaparemos da “balcanização do Brasil”, como já foi dito, se ressoar sobre o Congresso Nacional um vigoroso toque de despertar. Por enquanto, fora dos quartéis, ele é muito fraco. Tudo é feito contra a soberania nacional: o ministério da Justiça permite que se conceda aos índios direitos que os brasileiros não têm; o ministério da Defesa, atendendo pedido de ONG “indigenista”, proíbe um general de pisar em reserva indígena; o ministério de Ações de Longo Prazo, com tutela sobre a região, é comandado por um cidadão que fala inglês melhor do que português; e o ego do presidente se satisfaz com os aplausos de qualquer assembléia internacional. (Percival Puggina)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Agressão

Agredindo a natureza de todos os modos e meios, o ser humano, no dia de amanhã, não poderá contar com ela. Debilitada, sem poder de recuperação devido às constantes agressões, fica a natureza. Então, nas acomodações que se fazem necessárias, surgirão fenômenos de toda a ordem que atingirão justamente o ser humano. Este, aliás, não agride somente a natureza, mas a si próprio. Preciso é que ele descubra, o quanto antes, o quanto está errado para se recuperar ainda em tempo.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

A doença da pressa


A “doença da pressa” parece acometer cada vez mais indivíduos no mundo atual. Não se sabe exatamente se as exigências da atualidade estão gerando esse padrão comportamental, ou se as pessoas que sofrem da pressa e afobação já nascem com essa tendência. Também existem estudiosos que acreditam que o modo de criação das crianças pode contribuir para o desenvolvimento dessa característica. Mas o que é a “doença da pressa”? Trata-se de um conjunto de ações e emoções que inclui ambição, agressividade, competitividade, impaciência, tensão muscular, estado de alerta, fala rápida e enfática e um ritmo de atividade acelerado. Essas características se constituem em um estilo de vida que inclui muitas demandas, na qual a pessoa está sempre pressionada pelo tempo que se torna curto para a realização de tantas tarefas. Muitas das pessoas acometidas pela “doença da pressa” passam toda a sua vida queixando-se de tanto trabalhar, de como precisam correr para dar conta de todas as suas atividades, reclamam da competitividade no trabalho, das exigências de produtividade, de prazos irreais, enfim, de como sua vida é difícil. No entanto, observa-se que, na maioria, das vezes, são elas próprias que transformam suas vidas nesse corre-corre sem fim. Essas pessoas, portanto, costumam ser vítimas de si mesmas e de um estilo de vida estressante auto-produzido. Normalmente, pessoas com a “doença da pressa” se sentem valorizadas por serem capazes de manter um ritmo cada vez mais rápido e uma intensidade cada vez maior nas atividades em que se engajam. Envolvem-se em lutar para alcançar metas, sendo super conscienciosas e dedicadas ao trabalho. Costumam se esforçar para sempre se superarem nas tarefas, até mesmo no lazer, ocupando todo o seu dia com alguma tarefa e experimentando sentimentos de culpa quando estão paradas.
A pessoa com a “doença da pressa” apresenta, comumente, irritabilidade, hostilidade, raiva e costuma ter interpretações para os eventos da vida que contribuem para a manutenção desse estilo comportamental. Por exemplo, uma pessoa que foi promovida em um emprego pode interpretar esse acontecimento como decorrente de ser rápido na realização das tarefas. Outro pode acreditar que o ritmo mais lento de um colega de trabalho o torna incompetente.
Pesquisas revelam que o estilo de vida estressante da pessoa com a “doença da pressa”, pode contribuir para o desenvolvimento de uma variedade de doenças, dentre estas as mais estudadas são as cardiológicas. Mas, acredita-se que outros tipos de doenças como úlceras, gastrite, doenças dermatológicas, também podem ocorrer. Na verdade, é o somatório das predisposições genéticas da pessoa, comportamentos de risco (como sedentarismo e alimentação inadequada, por exemplo), e estilo de vida estressante que vai determinar as possíveis doenças que podem se desenvolver.
Apesar de o mundo moderno estar exigindo do ser humano cada vez mais conhecimento, aprimoramento e dinamismo, nem todas as pessoas apresentam a “doença da pressa”. Algumas pessoas conseguem manter um ritmo mais lento, serem mais contemplativas e planejarem suas ações, vivendo a vida de modo bastante diferente dos super apressados. No entanto, se a pessoa não acompanhar o ritmo exigido pela sociedade contemporânea, pode ter sérias dificuldades de adaptação, observando-se a necessidade de um misto de comportamentos mais apressados e mais lentos que devem ser acionados dependendo da situação. Esse manejo é fundamental para uma boa qualidade de vida.
Como mudar?
Algumas sugestões podem ser bastante úteis se a pessoa deseja se prevenir ou tratar a “doença da pressa”. Primeiramente, é importante que a pessoa entenda o que a doença e como esse tipo de padrão de comportamento se desenvolvem. A seguir é fundamental que a pessoa tenha consciência de que apresenta esse estilo de viver e decida se quer mudar mesmo, buscando identificar seus objetivos de vida. A partir daí, mostram-se úteis a realização de técnicas de relaxamento diariamente, utilizando fitas ou CDs especializados ou apenas relaxando com uma música ou imaginando uma cena ou local que dê prazer. Outro ponto é procurar reinterpretar os eventos, buscando formas alternativas de pensar sobre as situações, o desempenho e as realizações. Além disso, a pessoa deve parar para pensar se está se estressando com situações imaginárias. Também pode ser útil que comece a prestar atenção no comportamento de pessoas que têm menos pressa buscando perceber suas realizações e sua qualidade de vida. É necessário que a pessoa comece a compreender seus limites, faça novas amizades, converse sobre assuntos não relacionados ao seu trabalho diariamente. Passe a delegar tarefas e invista no seu crescimento pessoal e não só em seu crescimento profissional. Boa sorte!
(Lúcia Novaes é psicóloga clínica, professora da graduação e da pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pesquisadora do Centro Psicológico de Controle do Stress, doutora pela UERJ na área do stress e hipertensão e vice-presidente da Associação Brasileira de Stress Este artigo é baseado no capítulo “Correr, competir, produzir e se estressar” de autoria de Lucia Novaes, no livro “O stress está dentro de você”, organizado por Marilda Lipp, Ed. Contexto – SP, 2003)

domingo, 18 de maio de 2008

Pense nisto.

“E indagou a Seus discípulos: Porque sois covardes? Ainda não tendes fé? Os discípulos, contudo, estavam tomados de terrível pavor e comentavam uns com os outros: Quem é Este que até o vento e o mar Lhe obedecem?” (Marcos 4.40-41)

Ora ou outra vemos na TV movimentos da polícia em favelas. Freqüentemente a movimentação é em função do tráfico de drogas, porém existem também outras atividades criminosas que carecem de intervenções policiais. Nestes embates, às vezes, pessoas inocentes acabam morrendo por causa dos tiroteios. Em diversas situações é difícil identificar quem é o mocinho e quem é o bandido. É certo que alguns moradores da favela acabam se sentindo mais bem protegidos pelos próprios bandidos do que pela polícia. Eles preferem depositar sua segurança nas mãos de criminosos do que na mão da polícia. Dá para acreditar? Mas é a pura verdade!
A maioria de nós resume a ação da polícia nas favelas como uma tentativa de conter o crime, mas vimos e sabemos que há aqueles que acham os “mocinhos” mais perigosos do que os “bandidos”. Não é muita ironia ficar indeciso sobre quem é quem nesta história? Enfim, nas mãos de qual deles você deposita sua confiança? Com qual deles você se sentiria seguro?
Apesar de citar uma situação que provoca as mais diversas opiniões, a situação no Brasil e no mundo causa uma sensação generalizada de insegurança. Talvez fosse melhor saber primeiro o que é segurança para você hoje? Você acharia que hoje a segurança é uma condição impossível, pelo menos no Brasil?
No contexto do versículo acima, enquanto Jesus Cristo dormia, uma tempestade aterrorizava os discípulos. O barco era lançado de um lado para outro, totalmente sujeito às “adversidades”. Ao olho humano, a incapacidade, a fragilidade e a iminente destruição e morte, eram evidentes. Mas, de forma maravilhosa Jesus resolve aquela situação. Os discípulos clamam por Jesus, Ele se levanta e dá ordens aos fenômenos da natureza, que Lhe obedecem simultaneamente. Glória a Deus. Isso é que é segurança.
Podemos aprender aqui no mínimo duas lições. A primeira é que Jesus precisa estar no nosso “barco”. Experimente convidando-lO para lhe acompanhar diariamente! E a segunda, é que Ele tem “todo” o poder. Você crê nisso? Onde você tem depositado a sua confiança? “Jesus Cristo, nEle você pode confiar”.

sábado, 17 de maio de 2008

Lula faz milagre!!! Impressionante!!!


Lulinha é filho do Lula. Lula é do PT. PT é um partido de esquerda. Logo chegamos a conclusão que ser de esquerda é ser socialista ou comunista. Se você é socialista ou comunista, o seu ideário de vida é o igualitarismo.
Correto!
Pois bem, quem acha que está certo, está redondamente enganado. O fato que estes “times” de esquerda estão enganando a todos os incautos e dando rasteira nas “cumpanheiradas” de boa fé, que ficaram lendo a bíblia esquerdista da igualdade para todos. Blefe. Nada mais que blefe. A esquerda conservadora e radical diz agora que o PT não é de esquerda ou nunca foi. Mas antes de subir ao poder, estavam todos com as bandeiras vermelhas a tremular em apoio ao seu Líder maior. Como não ganharam cartão de crédito corporativo, eles tem que trabalhar hoje, daí a revolta e a acusação diária de que o PT não é mais de esquerda.
O Brasil está sob ditadura civil lullista, vale-tudo!! O povo está sendo enganado com as “bravatas” do governo Lula e seus correligionários, na verdade, não observa que esta é a tática para conquista, definitiva, do controle da nação-projeto para esses próximos 100 anos - nos mesmos moldes das nações totalitárias, pseudas democracias (do terror); Trotsky deixou gravado em suas memórias :"Quanto maior o caos-econômico, financeiro e social - melhor será para nosso projeto comunista!!!"
Não há muito, foi amplamente noticiado o surpreendente negócio efetuado pelo filho de Lula ? conhecido como 'Lulinha' ? que o transformou em milionário. Antes de Lula ser eleito presidente, seu filho trabalhava como subcontratado do Zoológico de São Paulo e depois no setor de informática do Diretório do PT de São Paulo, mas tão logo o pai assumiu a presidência, sua lotação passou a ser "remota", trabalhando em sua casa, via Internet. Em 2003, aos 29 anos, Sandro Lula da Silva vendeu 50% da empresa que tinha fundado 5 meses antes, com R$ 100 mil e por R$ 5 milhões adquiriu uma mansão localizada no "Swiss Park", ao lado da fábrica da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo. De uma antiga chácara sobrou no centro do condomínio um imenso castelo estilo europeu onde ainda mora a matriarca, dona Karolina Zofia Lewandowski, conhecida como Dona Carla, amiga de dona Marisa e de Lula e mãe do ministro do STF, Enrique Ricardo Lewandowski. A mansão de Lulinha é a de número 737. Lulinha é comparado ao gênio da informática e multimilionário Bill Gates.
E, como disse então o senador Mão Santa (PMDB/PI): teve apenas (sic) "o apoio desinteressado" daquela empresa de telefonia: "só" de 5 milhões"... Na época a Superintendência da Polícia Federal no Rio abriu inquérito para investigar
suspeita de tráfico de influência na compra da Gamecorp pela Telemar por R$ 5 milhões. Um dos sócios da Gamecorp é Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.A Delefaz (Delegacia Fazendária) da Superintendência do Rio recebeu em outubro/2007 uma requisição do procurador da República no Rio, Rodrigo Ramos Poerson, determinando a instauração de um inquérito sobre o caso. No documento, Poerson pede a investigação para identificar se o "desproporcional aporte de recursos financeiros estaria sendo direcionado à empresa Gamecorp única e exclusivamente em razão de contar com a participação acionária do filho do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva". No que deu isso? Ninguém sabe, ninguém divulgou!!! É interessante notar-se que até então o rapaz não passava de um humilde funcionário de zoológico em São Paulo/SP? o que, por si só, não é desdouro algum. O que chama a atenção é o fato de o filho presidencial ter ido deitar-se pobre e acordar como um dos maiores empresários do País. E isso por seus próprios méritos, sem ajuda qualquer que seja de seu famoso pai, que após o fato, apenas declarou que 'a oportunidade estava aberta a todos os brasileiros' (aberta? pode ser, mas só quem sabia era seu filho? estaria usando inside informations?) Lulinha promete mesmo. É gênio que despertou não tão tardiamente. Em pouco tempo (Menos de cinco anos após deixar o emprego de auxiliar de departamento no Zoológico de São Paulo) Lulinha amealhou mais dinheiro que a maioria de nós trabalhando duro a vida toda. Não é que o “investidor”, segundo informações que correm pelo país, comprou a Fazenda Fortaleza? Para os que não sabem, a referida fazenda está localizada às margens da rodovia Marechal Rondon, município de Valparaíso, Estado de São Paulo. O antigo proprietário, senhor José Carlos Prata Cunha, médico veterinário e pecuarista, é um dos maiores produtores de gado nelore do Brasil, vendeu, de porteira fechada (apesar de negar que tenha vendido a referida fazenda, para o Grupo Opportunity ou então, para Lulinha). O negócio foi concluído após diversos lances entre os interessados no mercado de carne para a Europa. Os R$ 47.000.000,00 (quarenta e sete milhões de reais) seriam o resultado da sua parte na venda da Telemar, onde era sócio desde 2004, quando sem um centavo sequer, entrou no grupo que adquiriu a Telerj. Tão logo a transação foi concluída, os técnicos do Ministério da Agricultura e da UE realizaram inspeção da rastreabilidade do gado e liberaram o rebanho para os frigoríficos que fazem a exportação para a Europa.
Se pensam que esta é a primeira fazenda de "Lulinha", estão enganados. Nos últimos tempos nos leilões de gado em Mato Grosso e Goiás. O rapaz, promissor rapaz, compra (e paga) quase tudo que aparece. A preferência é, sabidamente, por vacas mojando. Ao que se diz, o gado é embarcado para as terras de suas outras propriedades na região do Xingu. Lá, montado num alazão, chapéu Prada e bota Paragon, ele campeia satisfeito as glórias de novel fazendeiro, alçado que foi pelas inolvidáveis vicissitudes do destino.
O filho prodígio de Lula, o Lulinha, passou de babá de macaco a grande empresário.Bem, quem sai aos seus não degenera, já dizia vovó. Então, seguindo os passos dos pais, Lulinha começou com a mesma profissão da mãe, mas optou por seguir o pai! Como se não bastasse o seu apurado tino empresarial e vasto conhecimento em telecomunicações, o Lulinha é um próspero, e coloca próspero nisso, fazendeiro .
Lulinha inflacionou o mercado do boi na Região de Araguaína, Gurupi, Nova Colina e Paraíso, em Tocantins. Mas Lulinha não compra em seu nome, tem um laranja, conhecido tanto no mercado agropecuário quanto no mercado financeiro. Esse fato já foi noticiado em alguns jornais da região no final de set/2007.
Além disso, a notícia que se tem é que Lulinha seria o verdadeiro dono da Fazenda Espírito Santo na cidade de Xinguara/PA e da Fazenda Cedro Maramba, ambas compradas do pecuarista Bené Mutran pelo tal laranja do mercado financeiro. Só na fazenda Espírito Santo ele teria 75 mil cabeças de gado. Lulinha é conhecido na região de Xinguara no Pará, ele costuma ser visto transitando entre uma fazenda e outra a bordo de um helicóptero.
O Lulinha é apenas mais um dos inúmeros filhos de políticos que se aproveitam da oportunidade de ser parente de algum político, aliás os políticos do PT são tão bons quantos todos os demais, estão todos lá para se locupletar e nós, otários é que pagamos a conta! Dá vontade para desistir de votar, não são os políticos que precisamos mudar, o sistema político é que precisa ser alterado, os vencimentos destes “indivíduos” de Brasília é um desrespeito à população, que se lhes dê um salário justo, e que se acabe com a farra das passagens aéreas, da semana de 3 dias, das férias de 60 dias, da gasolina suficiente para dar centenas de voltas no planeta Terra, dos funcionários e assessores fantasmas. Os filhos são substrato dos pais.
Fico indignado quando vejo essas notícias, tenho vergonha desse presidente e da “corja” que o acompanha. Isto parece como assalto a mão armada todos os dias, cartão corporativista, dinheiro sumido, mensalão, cueca cheia de dinheiro, a marta louca, essa universidade, esse órgão que comprou lixeira de R$ 1.000,00, impostos, bando de ladrões, espertos, o bando fica todo dentro do senado e da câmara dos deputados, brigando quem é o cacique da vez. Somente o ministério público pra nos proteger, polícia????? O mais estranho ainda é que a grande imprensa não divulgou nem esclareceu esse negócio milionário do genial primeiro filho. O que há com a mídia? (censura da ditadura civil lullista).
Votaram no “deixa o homem trabalhar”, agora agüentem!!!
Onde estão nossos militares e políticos oposicionistas para enfrentar estes famigerados 'esquerdistas' que como 'esquerdistas' adoram um bom scotch, um bom charuto, bons carros, mansões, jatinhos, helicópteros, e , principalmente adoram viver cercados de mordomias e lacaios para os servirem como capachos. O sindicalismo brasileiro sempre foi repleto de pelegos vagabundos, vide o caso do Sindicato de Empregados em Empresas de Ônibus de Campinas que extorquiam uma empresa de saúde. São todos farinha do mesmo saco, assumem cargos de direção para arrumarem suas vidas e no caso do PT é pior, querem transformar o país em uma República Comunista, quando o resto do mundo está banindo o comunismo de seus dicionários. Socialismo PETISTA sim!!!
Negar que o PT quer implantar o SOCIALISMO no Brasil e extinguir com isto o capitalismo (palavras petistas, não minhas), é negar o inegável e a prova está no site do referido partido. É um dos vídeos produzidos em agosto de 2007 no 3º Congresso Petista. Procure o vídeo de nome SOCIALISMO PETISTA. (
http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=blogsection&id=23&Itemid=388) Estas são PROVAS PRIMÁRIAS e servem para calar a boca de quem ocupa-se apenas com dar palpites pois uma pessoa informada não afirmaria que o PT não quer implantar o SOCIALISMO no Brasil quando existe este tipo de prova contrária e definitiva ao "argumento". Até quando vamos ostentar a bandeira de povo ignorante por opção?
Então o PT quer implantar o socialismo petista? Muito bem! E no que isso se baseia? Em mais fazendas, mansões, jatinhos e outras regalias? Cego é, de fato, aqueles que não querem ver. Todo mundo gosta de pegar exemplos como URSS e Cuba, apresentam milhões de argumentos maravilhosos mas não mencionam o fato de que, dentro de seus palacetes, os lideres e suas mordomias assistem de camarote o povo passar por necessidades. Que vergonha, que vergonha! Quem defende esse governo, ou ganha por debaixo dos panos ou é muito ingênuo (minha vontade era dizer outra palavra).

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Sobre a atual vergonha de ser brasileiro (Affonso Romano de Sant'Anna)


Que vergonha, meu Deus! Ser brasileiro e estar crucificado num cruzeiro erguido num monte de corrupção.
Antes nos matavam de porrada e choque nas celas da subversão. Agora nos matam de vergonha e fome exibindo estatísticas na mão.
Estão zombando de mim.
Não acredito.
Debocham a viva voz e por escrito. É abrir jornal, lá vem desgosto. Cada notícia é um vídeo-tapa no rosto.
Cada vez é mais difícil ser brasileiro. Cada vez é mais difícil ser cavalo desse “Exu” perverso nesse desgoverno terreiro. Nunca vi tamanho abuso. Estou confuso, obtuso, com a razão em parafuso: a honestidade saiu de moda, a honra caiu de uso.
De hora em hora a coisa piora: arruinado o passado, comprometido o presente, vai-se o futuro à penhora.
Valei-me Santo Cabral nessa avessa calmaria em forma de recessão e na tempestade da fome ensinai-me a navegação.Este é o país do diz e do desdiz, onde o dito é desmentido no mesmo instante em que é dito.
Não há lingüista e erudito que apure o sentido inscrito nesse discurso invertido. Aqui o discurso se trunca: o sim é não. O não, talvez. O talvez, nunca.
Eis o sinal dos tempos, este o país produtor que tanto mais produz, tanto mais é devedor. Um país exportador que quando mais exporta, mais importante se torna como país mau pagador aos seus contribuintes.
E, no entanto, há quem julgue que somos um bloco alegre do ‘‘Comigo Ninguém Pode’’ quando somos um país de “cornos mansos” cuja história vai dar bode. Dar bode, já que nunca deu bolo, tão prometido pros pobres em meio a festas e alarde onde quem partiu, repartiu ficou com a maior parte deixando pobre o Brasil.
Eis uma situação totalmente pervertida - uma nação que é rica consegue ficar falida, o ouro brota em nosso peito, mas mendigamos com a mão, uma nação encarcerada que doa a chave ao carcereiro para ficar na prisão.
Cada povo tem o governo que merece? Ou cada povo tem os ladrões a quem enriquece? Cada povo tem os ricos que o enobrecem? Ou cada povo tem os pulhas que o empobrecem?
O fato é que cada vez mais se entristece esse povo num rosário de contas e promessas num sobe e desce de prantos e preces.
C’est n’est pas um pays sérieux! Já dizia o general.
O que somos afinal? Um país-pererê? folclórico? tropical? misturando morte e carnaval? Um povo de degredados?Filhos de degredados largados no litoral?
Um povo-macunaíma sem caráter-nacional?
Por que só nos contos de fada os pobres fracos vencem os ricos nobres?
Por que os ricos dos países pobres são pobres perto dos ricos dos países ricos?
Por que os pobres ricos dos países pobres não se aliam aos pobres dos países pobres para enfrentar os ricos dos países ricos, cada vez mais ricos, mesmo quando investem nos países pobres?
Espelho, espelho meu! há um país mais perdido que o meu?
Espelho, espelho meu! há um governo mais omisso que o meu?
Espelho, espelho meu! há um povo mais passivo que o meu?E o espelho respondeu algo que se perdeu entre o inferno que padeço e o desencanto do céu.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

TIPOS DE GOVERNO


Socialismo: Você tem duas vacas, o governo toma uma e dá para seu vizinho que não tinha nenhuma.

Comunismo: Você tem duas vacas, o governo toma as duas, e dá a você um pouco de leite diariamente.

Fascismo: Você tem duas vacas, o governo toma as duas e vende a você o leite.

Nazismo: Você tem duas vacas, o governo mata você e toma as duas vacas.

Burocracia de Estado: Você tem duas vacas, o governo toma as duas, mata uma e joga o leite da outra fora.

Democracia: Você tem duas vacas, vende duas para o governo, muda para cidade e consegue um emprego público.

Anarquismo: Você tem duas vacas, mata as duas e faz um churrasco.

Capitalismo Selvagem: Você tem duas vacas, vende uma, compra um touro e o governo toma os bezerros como imposto de renda na fonte.

Governo Petista: Sua vaca sumiu ninguém sabe, ninguém viu!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Travestis, travestido, mídia e cidade: algumas reflexões

Domingo, 4 de maio de 2008. No final da noite, o maior canal de TV aberta do país exibe um programa de "variedades" com as principais notícias do Brasil e do Mundo. Temas requentados estão na ordem do dia e mais uma tragédia na região Norte do país surge como notícia instantânea, que pode esperar a sua vez de ganhar mais espaço. Quem sabe se a quantidade de vítimas fatais aumentar?
O grande momento do programa seria a entrevista (!?) "exclusiva" com um dos maiores jogadores de futebol do mundo, que falaria sobre o seu envolvimento com travestis em um episódio no mínimo curioso, ocorrido na semana anterior à veiculação do programa televisivo.
Milhões de telespectadores estavam na expectativa de prestigiar o "momento especial" prometido pela emissora. A truncada discussão sobre algumas questões que envolvem direito, cidadania e leis estava posta. A qualidade da formação de alguns jornalistas, idem.
O entrevistado, travestido unicamente de embaixador da Unicef, de atleta competente e de pessoa responsável, aparece como um menino que comeu mel pela primeira vez e ao se lambuzar teve que dar satisfação à sociedade que instituiu que o mel – assim como o leite, a cachaça, as drogas e a prostituição – não é para todos. Para os devassos, os irresponsáveis, os boêmios, os que sobram da sociedade moralista, a aventura de quebrar regras aparece como mais tentadora, possível de ser realizada.
Assim, para salvar o menino que supostamente sofreu chantagem, extorsão e foi "enganado" pelos devassos de plantão, era necessário dar nova roupagem ao fato, deixar a aparência falar mais alto do que a essência. O bem sempre vence o mal, diz a tradição.
A primeira idéia a ser posta em prática era deixar claro, através da grande mídia (sensacionalista ou não), que travestis são danosos à sociedade. Roubam, praticam chantagens, fazem sexo em troca de dinheiro e transformam as ruas em espaços tidos como imorais. Travestis não podem ser percebidos como gente comum.
Em contrapartida, era necessário mostrar que o Fenômeno não tem indício algum de lucidez quando não percebe que os territórios da prostituição no Rio de Janeiro, assim como nas grandes cidades, são demarcados, instituídos, apropriados. Os territórios demarcados são como prateleiras de supermercados: sabemos exatamente onde encontrar cada produto. Aqui, acolá, há alguma coisa fora da ordem, mas há uma organização formal que nos dá garantias de que encontraremos o que desejamos.
Na cidade, encontramos ruas e locais que são predominantemente ocupadas por travestis, outras por prostitutas, outras por garotos de programas. Em algumas cidades, encontramos a chamada "Cracolândia", referência a um dos usos que se faz deste local. O bom menino, que conhece bem a capital do Rio de Janeiro, queria contratar profissionais do sexo e o fez, sabia onde encontrá-los. Diz que foi a maior besteira que fez na vida pessoal, o que não vem ao caso neste momento. As ruas são perigosas mesmo, pressupõem transgressões, usos e abusos.
Ronaldo travestiu-se de gente comum, que algumas vezes infringe as leis e afronta a sociedade carregada de moralismos e hipocrisias. Ronaldo anunciou um gol e não o concretizou de fato. Viu tudo como um erro e, ao que parece, acertou em alguns pontos.
Colocou a sociedade brasileira a pensar, mesmo que de forma caricatural e jocosa, que a prostituição ronda as ruas das metrópoles e isto é parte da dinâmica urbana, mesmo que as leis coloquem esta prática como crime. Existem leis que se transformam em abstrações, são teóricas mesmo, não "pegam". Salvo um ou outro jornal, não foi vista nenhuma menção ao fato de o jogador reconhecido internacionalmente ter cometido um delito, previsto em lei. A ênfase midiática foi na "escolha" do jogador por travestis. As fantasias sexuais devem obediência às convenções sociais? Ronaldo responde que sim e anuncia que a chamada "pegação" de rua é perigosa.
A prostituição de alto luxo é mais silenciosa, menos midiática, mais organizada e cara. Pena que alguns locais que fomentavam esta rede de contatos hoje estejam fechados. Ao Fenômeno restou a rua, onde quem reina é quem dela melhor se apropria. O barato saiu caro. A cidade apedrejou o pobre (sentido figurado, diga-se de passagem) garoto que colocou em xeque valores morais, leis, desejos pessoais e, claro, o poder da imagem pessoal. Ronaldo quase anunciou que a sociedade precisa repensar os seus valores arcaicos em pleno século XXI. Quem sabe a cidade não imita o travestido e lhe pede desculpas também?

(Paulo Henrique Lima de Oliveira é sociólogo (UFC), mestre e doutor em Geografia (UFMF e UFU). Leciona Geografia Urbana na Faculdade de Ciências Humanas de Pedro Leopoldo (MG)

domingo, 11 de maio de 2008

Limites (Monica Monastério)


Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha..), que nossos filhos nos faltem com o respeito.
À medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim. Quer dizer: os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e "tudo dar" a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem! Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, carregando-os e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.

sábado, 10 de maio de 2008

Dívidas

Dívidas materiais são pagáveis com certa facilidade, havendo, porém, quem foge a esse compromisso, não obstante as leis existentes. Todavia, as dívidas espirituais são diferentes. Ninguém fugirá a elas. É óbvio que não usarão o vil metal para fazê-lo, sem terras ou outros bens materiais, mas somente o tempo, com preces, humildade, perdão, usando as demais virtudes. Somente com a limpeza do espírito tais dívidas deixarão de existir. Cristo mesmo alertou para essa dívida. Boa parte da humanidade, pobres e ricos, está bem endividada, daí o desamor, violência e degeneração dos dias de hoje.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Os paradoxos da vida humana (…)


“A vida é uma aventura de lutas constantes onde o sacrifício e o árduo trabalho estão bem patentes. Ela é um verdadeiro puzzle desconcertante.

O paradoxo é conceito muito atribulado que retrata os tempos de hoje. Segundo filósofos, tais como Engels e seu amigo Karl Marx, a essência do paradoxo ajusta-se a “uma afirmação aparentemente contraditória, absurda ou não credível, mas pode ser verdadeira”.

Nas veias da história, tempos turbulentos a humanidade viveu, sendo os mais sangrentos e desprezíveis, as guerras mundiais e as ditaduras nelas alienadas: o nazismo e o comunismo. Tal implicou que houvesse maiores complexidades no mundo, dilatando paradoxos. O ser humano deve reduzir a grandeza de algumas contradições, não esquecendo que não as pode eliminar, tendo que viver com elas… Os paradoxos não são mais do que uma forma de explicar os fenômenos que afetam as sociedades de hoje. Eles têm de ser geridos de uma forma eficaz e firme, mas para isso têm de ser estudados e entendidos. Para nos acomodarmos à confusão de hoje, temos de começar por organizá-la na nossa mente, para depois podermos converter a turbulência em ação.

Uns dos paradoxos mais notáveis, é o do conhecimento. Este reside no fato de que a inteligência não se pode dar e mesmo que se partilhe, continuará a pertencer-nos. A inteligência é a nova forma de propriedade, a nova fonte de riqueza. É inconcebível a posse da inteligência de outrem. De fato, uma pessoa quando sai do trabalho, leva a (sua) inteligência consigo.

Hoje em dia, muitas pessoas têm trabalho e dinheiro mas não têm tempo de lazer, enquanto que há diversas pessoas que têm o contrário. O homem metamorfoseia o trabalho num deus, mas este torna-se pouco adorado. O déficit adoração, deve-se ao fato das empresas quererem o máximo de trabalho pela menor remuneração possível, enquanto os trabalhadores pretendem o contrário. Com efeito, nasce divergência entre empresas e trabalhadores. Dentro deste paradoxo (o trabalho), apresenta-se-nos o da produtividade, que é explicado pela evolução da sociedade. Este conceito, significa mais trabalho, mais eficiência e menos pessoas. Com a produtividade em alta, as empresas e trabalhadores ficariam a ganhar. Haveria lucros para os negócios e clientes e também melhores salários. Mas o mundo de trabalho sofreu uma mudança de visual. Presentemente, muitas pessoas trabalham por conta própria e este novo tipo de negócio está em constante expansão.

Depois da análise de alguns paradoxos, deparamos com um muito subjetivo e complexo: o tempo. O homem vive mais e gasta menos horas em ocupações e/ou atividades de lazer. Logicamente, era de concluir que teríamos mais tempo disponível, mas o tempo não chega, sequer, a ser suficiente. No passado, o tempo que os homens dedicavam ao trabalho determinava aquele que sobrava para as suas famílias, enquanto que para as mulheres acontecia o inverso dos homens. Reparamos que a simplicidade não é a mesma de outrora, pois temos de considerar novas realidades, novos empregos, horários mais estritos e flexíveis, enfim um novo mundo de trabalho.

Parafraseando um economista conhecido, Paul Samuelson: “o crescimento econômico depende de um número crescente de pessoas que procuram mais bens e serviços”. Significa, pois que nas sociedades mais desenvolvidas as pessoas cada vez geram menos futuros consumidores e vivem mais tempo. Deveria haver uma procura mais forte de novos mercados. A vida econômica não é um mar de rosas, há zonas no mundo onde as pessoas querem e precisam de comprar, mas não têm meios para tal, e é aqui que entra em ação o paradoxo da riqueza. Devemos, pois, fornecer meios aos países carenciados, para que produzam bens que nos possam vender para depois poderem comprar os nossos produtos.

A vida muda de escala e tamanho. O homem nasce, cresce e envelhece…! As gerações mudam, e cada uma delas se considera diferente da anterior, mas agem como se as gerações seguintes fossem iguais à sua.

Espreitando a realidade, é sabido que a educação dos jovens tende a ser cada vez mais prolongada, sem um fim definido. Estes começarão a trabalhar tarde e tentarão de forma impiedosa mudar a sociedade para se ajustarem às suas necessidades e não às dos que lhes seguirão. Cada geração envelhece de forma discrepante, lesada pelos condicionalismos que marcaram a sua própria história.

A vida por si só não é justa, ela não tem o mesmo significado para todos os homens. Mas tais olhares diferenciados é da culpa do homem. Ser justo significa tratar as pessoas de forma honesta, dando a cada uma o que merece. Assim sendo, questionaremos: Será a justiça a recompensa pelo desempenho e o castigo por ofensas/delitos? Ou será antes, proporcionar a cada um o que precisa? Paralelamente outra questão corre: O pobre deverá receber mais dinheiro porque precisa mais ou o cientista porque contribui mais? Vemos, pois, aqui o retrato do conflito entre a recompensa do mérito e os objetivos de igualdade e justiça social. A sociedade não se pode rebaixar perante a injustiça, pois se não,… auto-destruir-se-á!

Em suma, os paradoxos conseguem nos confundir e a vida seria melhor compreendida se nos posicionássemos no futuro e tomássemos as decisões acertadas no presente, mas não é possível e ainda bem pois, se fosse possível, não cresceríamos, não amadureceríamos perante as dificuldades, perante a vida…!

Para terminar, somos nós, homens e mulheres, que devemos ser a medida de todas as coisas e não feitos segundo uma determinada regra e/ou verbo, apesar do presente inquietante nos mostrar outras direções.”

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Patrimônio moral


quarta-feira, 7 de maio de 2008

Da série pensando bem...


Ou o Brasil deu errado ou eu estou errado. Senão, vejamos.

O presidente da República, indignado, quer saber o porquê de tanta violência no país, pois, assim que ele souber, vai tomar providência.

A presidente do STF acha que o momento não é oportuno para discutir mudanças na legislação penal, mas quer R$ 30 mil por mês.

O presidente do Senado, advogado famoso, não externou sua opinião, mas quer um aumento de quase 100% nos salários dos senadores.

O presidente da Câmara não sabe como evitar a corrupção e o crime, mas espera sugestões. Cem por cento de aumento vai bem.

O presidente da CNBB acha que os jovens e adultos não devem usar camisinha - doenças, gravidez e excesso de população se resolvem com abstenção.

Um famoso jurista acha que uma pessoa que tenha tido um filho assassinado por um "dimenor" não pode pedir uma pena maior do que três anos, seria burrice.

O humorista/cartunista do jornal não vê diferença entre um bebê com chupeta na boca e um homem de barba na cara.

Os filhos deles, esses citados aí em cima, moram/estudam na França, nos EUA, na Suíça...

O povo?

Ah, o povo, na próxima eleição, vai votar sabiamente, como sói fazer."

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Mar Lodoso (Nelim Monti)


Nesse mar lodoso
Cheio de limbo da corrupção
Navega a multidão
São brasileiros novos e velhos
Curvos e mancos
Trabalhadores seculares
Feitos de sonhos e silêncio
Cheia de limbo, as águas viscosas
Brilham no dorso
Sofrido e resignado da multidão
Sobem e descem as águas
Escuras e fétidas
Águas desumanas
Desprendidas de peso e tempo.
Abandonando a todos
Na divina pobreza de madrugadas
Seculares,
de crianças longe de escolas
de tudo.
Crianças e povo com fome e sem nome.

sábado, 3 de maio de 2008

Trecho de um discurso...

Trecho do discurso do publicitário Nizan Guanaes como paraninfo de estudantes da FAAP

“... Dizem que conselho só se dá a quem pede. E, se vocês me convidaram para paraninfo, estou tentado a acreditar que tenho licença para dar alguns. Portanto, apesar da minha pouca autoridade para dar conselhos a quem quer que seja, aqui vão alguns que julgo valiosos.

Meu primeiro conselho: não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo o coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha. Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro. Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro. E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham, porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma. A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária, que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano.
O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:
- Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo.
E ela respondeu:
- Eu também não faço, meu filho.
Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar tem trazido mais fortuna do que pensarem fortuna.
Meu segundo conselho: Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si. Afinal, é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada. Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguassu.
Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: 'Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito'. É exatamente isso que está escrito na carta de Laudiceia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito, ou seja, é preferível o erro à omissão, o fracasso ao tédio, o escândalo ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido, tendo consciência de que cada homem foi feito para fazer história. Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar, sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, Não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: 'eu não disse!', 'eu sabia!'. Toda família tem um tio batalhador e bem de vida. E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa. Chega dos poetas não publicados!!!. Empresários de mesa de bar. Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem. De 8 às 12, de 12 às 8 e mais se for preciso. Trabalho não mata. Ocupa o tempo. Evita o ócio (que é a morada do demônio) e constrói prodígios.
O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com aqueles trouxas dos japoneses. Porque aqueles trouxas japoneses, que trabalham de sol a sol, construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe!
Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo (que é mesmo o senhor da razão) vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama 'SUCESSO'.”

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Caso Isabella: um desabafo!


Deixo aqui meu desabafo como ser humano, pai e cidadão.
Recuso a acreditar mas, devido a monstruosidade do ato, os indícios muito fortes no sentido de que um deles ou os dois teriam assassinado a menor, apesar de não poder afirmar que são “assassinos frios”, com toda certeza, eles sabem mais do que dizem.
Um pai que tem a responsabilidade de cuidar de uma filha de 5 anos, em um final de semana e acontece uma morte violenta e, mesmo que não fosse, deveria ser o primeiro a colocar a “cara no mundo” e pedir solução desse crime, entretanto, mesmo antes de ser acusado, ele se sente ofendido em ser suspeito e seus advogados trabalham apenas na linha de falta de segurança no prédio, perícia mal feita, varredura policial mal feita, terceira pessoa, etc., a história até o momento está muito mal contada, tudo muito estranho. Só falta dizer que a culpada em toda esta tragédia é a própria vítima que não teve o cuidado e capacidade para se autoproteger ou o fantasma gasparzinho que ao invés de aprontar brincadeiras com crianças anda fazendo homicídios com requinte de crueldade ou daqui há pouco vai aparecer alguém com desvio de personalidade, esquizofrenia ou alguma patologia que justifique o crime ou melhor que exclua a imputabilidade ao crime!!!!
Nesta linha de defesa do casal, nos leva a pensar que estão camuflando a verdade dos fatos e a atitude mais inteligente que tomam no momento é ganhar tempo.
Vendo a frieza nas cartas, sem nenhum sofrimento nas entrelinhas, é para ficar horrorizado. Em alguma parte é cópia e cola da outra. Uma carta escrita friamente, a todo momento, por umas nove vezes, ela tenta inocentar o pai, uma carta muito longa, tipo semelhante a um texto calculado, décimos e décimos de pensamentos, um texto que orienta a um só sentido: que eles são inocentes, se eles fossem os culpados, eles não iriam se defender tanto. Após a morte de Isabella eles fugiram por que, então? Tempo para destruirem as provas? E serem melhor orientados?
Vendo a aceitação da mãe biológica dessa criança no dia em que completou 24 anos, conseguiu até sorrir para os repórteres. Parece ter aceitado a morte brutal da filha como algo tão simples. No lugar dela, a maioria das mães estaria à base de calmantes e não gostaria de aparecer para ninguém. A maioria das pessoas não aceitaria um fato desses, da forma como ela aceitou, sem demonstrar tristeza no olhar, não estar abatida mas bem penteada, maquiada e fria. Não sabemos o que se passa no coração das outras pessoas, mas nos olhos sim, e não se vê nenhum sinal de tristeza ou revolta nos olhos dessa mãe. Nem mesmo Maria, mãe de Jesus Cristo, ficou imune às lágrimas, aos pés da cruz em que morria seu Filho. Na verdade, ficamos com “n” dúvidas. As histórias da imprensa que tomamos conhecimento são muito fantasiosas.
A cadeia não recupera ninguém, mas muita gente encerra seus dias de remorso e de maldade lá dentro. O preço da liberdade não tem valor que caiba no bolso do ser humano. Morrer e apodrecer na cadeia é uma pena que transcende a alma humana, é ali o verdadeiro inferno !!!!
O fato real é que uma criança, um anjo puro perdeu a vida e um “monstro (a)” é responsável.
Este caso nos faz pensar na vida e no caos para onde estamos caminhando... claro que apontar o dedo para o pai e a madrasta é prematuro e a quem cabe julgar é o juiz. Por outro lado, as evidências tendem a apontar para eles. Já que estamos vivendo de forma desumana, muitas questões povoam a nossa mente neste caso: interesses financeiros, herança, bens, inveja, ciúmes e total falta de compaixão podem ter motivado essa barbárie. Sim! Estamos falando da falta de escrúpulos, de valores que estão aniquilando as pessoas, especialmente jovens (o casal é jovem). Infelizmente estamos cada vez mais frente a competitividade, disputa, prepotência e arrogância daqueles que pensam que o dinheiro compra tudo. Penso que estamos frente a pessoas vazias de sentimentos. Devemos torcer para que isso não seja verdade, pois quem perde a compaixão, perde tudo. Não há sentido para a vida humana.
Um conselho: Não tenham filhos se não estiverem aptos a praticar, POR TODA A VIDA, a caridade. Palavra que vem do latim: Caritas = Cuidar com o coração.