
Com a valorização da imagem, surgiu a tirania da perfeição corporal. Todos querem ser magros, jovens e bonitos. Todos querem participar da sinfonia do corpo regida pela batuta da aparência.
A TV, o cinema e o espelho da academia dão à mulher a visão objetiva da própria imagem e a visão subjetiva que ela deve mostrar aos outros.
Ser feio é drama, ser gordo é tragédia, ter cabelos brancos, nem pensar! Daí, o aumento das fábricas de beleza – as clínicas de cirurgia plástica.
Os pagamentos em suaves prestações permitem, graças aos implantes, a aquisição de um novo corpo que segue o padrão do desejo atual – a contínua troca do que envelheceu: rosto, seios, panturrilhas, bumbuns etc... etc.
A importância da plástica e da lipoaspiração é objeto do debate entre duas opiniões: uma as descarta e afirma que a conquista da felicidade depende da beleza interior; e outra julga-as indispensáveis para o equilíbrio psicológico e seus desdobramentos – casamento perfeito e sucesso profissional.
Não há dúvida de que devemos cuidar da saúde e da estética do nosso corpo, mas a felicidade pessoal depende do saber aceitar as marcas da passagem do tempo, de estar bem consigo mesmo, do carinho da família e dos amigos.
Dar exclusiva importância à aparência é perigoso e pode levar à obsessão doentia que destrói amizades e a própria família. Mas o pior acontece quando as mulheres tomam por modelo as “Barbies da vida”, de seios volumosos e lábios de Pato Donald, anabolizadas, siliconadas, anoréxicas e oxigenadas, quando querem ter a aparência dos outros e recusam aqueles que não são iguais a elas.
Quando isso acontece, perdem a sua identidade, porque o Brasil é um país de morenas brejeiras, de andar ondulante e cheias de graça...
É preciso acabar com a mulher sem-marca, com a mulher padrão tipo perua importada, porque perua importada só é boa mesmo quando é um veículo para toda a família.
A TV, o cinema e o espelho da academia dão à mulher a visão objetiva da própria imagem e a visão subjetiva que ela deve mostrar aos outros.
Ser feio é drama, ser gordo é tragédia, ter cabelos brancos, nem pensar! Daí, o aumento das fábricas de beleza – as clínicas de cirurgia plástica.
Os pagamentos em suaves prestações permitem, graças aos implantes, a aquisição de um novo corpo que segue o padrão do desejo atual – a contínua troca do que envelheceu: rosto, seios, panturrilhas, bumbuns etc... etc.
A importância da plástica e da lipoaspiração é objeto do debate entre duas opiniões: uma as descarta e afirma que a conquista da felicidade depende da beleza interior; e outra julga-as indispensáveis para o equilíbrio psicológico e seus desdobramentos – casamento perfeito e sucesso profissional.
Não há dúvida de que devemos cuidar da saúde e da estética do nosso corpo, mas a felicidade pessoal depende do saber aceitar as marcas da passagem do tempo, de estar bem consigo mesmo, do carinho da família e dos amigos.
Dar exclusiva importância à aparência é perigoso e pode levar à obsessão doentia que destrói amizades e a própria família. Mas o pior acontece quando as mulheres tomam por modelo as “Barbies da vida”, de seios volumosos e lábios de Pato Donald, anabolizadas, siliconadas, anoréxicas e oxigenadas, quando querem ter a aparência dos outros e recusam aqueles que não são iguais a elas.
Quando isso acontece, perdem a sua identidade, porque o Brasil é um país de morenas brejeiras, de andar ondulante e cheias de graça...
É preciso acabar com a mulher sem-marca, com a mulher padrão tipo perua importada, porque perua importada só é boa mesmo quando é um veículo para toda a família.
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