
Após o recesso de final de ano, o Congresso Nacional deu início na primeira semana de fevereiro às suas atividades de 2010 na mesma condição que há décadas detém no conceito da sociedade brasileira, ou seja, sem suscitar expectativas de um trabalho produtivo. Isto, a despeito de estarmos no último ano da legislatura, quando, ao menos para mostrar serviço, os parlamentares deveriam canalizar energias para um desempenho mais direcionado para o interesse público do que para suas próprias conveniências, ou dos grupos que defendem. Afinal, a maior parte dos deputados e vários senadores pleiteiam um novo mandato, em outubro de 2010. Os próximos meses seriam, então, a oportunidade de fazer bela figura perante as bases eleitorais, mas é ilusão esperar que aconteça muita coisa nesse sentido. Com as exceções de praxe, suas excelências não tendem a se afastar de sua rotina fisiológica, apostando que seus esquemas político-partidários são fortes o bastante para garantir-lhes a permanência no cargo. Em geral o conseguem, porém, às vezes naufragam, e depois saem por aí dizendo que o “povo é ingrato”, ou, como certa vez afirmou o Pelé, “o brasileiro não sabe votar”.
Daqui por diante, até as eleições, vamos ouvir muito sobre a situação do nosso Brasil que será pintado de “rosa” pelos que estão no poder e de “preto” pelos que estão na oposição. Isso é a marca registrada de todas as campanhas eleitorais.
No meio da briga pelo poder político, nós, pobres eleitores, ficaremos perdidos porque iremos receber informações manipuladas, todas aparentando verdades. Todos nós seremos massacrados com mensagens no rádio e na televisão. Nesse cenário, existirá muito pouco espaço para análises objetivas. Vamos ouvir muitas promessas e maneiras do País atingir um desenvolvimento de primeiro mundo, mas, no nosso entender, os problemas nacionais continuarão os mesmos.
Mesmo sendo leigo, podemos observar o que ocorre no mundo e em várias pesquisas de órgãos internacionais e nacionais, o seguinte:
a) A economia mundial cresce em patamares bem superiores ao do Brasil; b) Enquanto a renda per capita no mundo dobrará em menos de 30 anos; o Brasil levará mais de 70 anos;
c) Enquanto os países emergentes investem cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) em atividades produtivas; o Brasil investe menos de 20%;
d) O investimento público, ao invés de aumentar em determinado período, cai; a única coisa que aumenta é a carga tributária, que chega perto de 40% do PIB;
e) Faltam investimentos pesados em energia elétrica, petróleo, gás, telecomunicações e transporte;
f) O desempenho dos estudantes brasileiros em matemática e ciências, comparado com mais de 100 países é decepcionante. Em pleno século 21, temos 16 milhões de analfabetos e, entre os que sabem ler, mais de 50% não entendem o que lêem.
Estes problemas somente serão solucionados se existir um crescimento acelerado do País, acompanhando no mínimo, a média de crescimento no mundo e não com crescimento abaixo da média, pois assim, sempre estaremos “marchando” no mesmo lugar.
O mínimo que se espera é que os candidatos não apenas falem de que maneira atacarão essas questões de frente, mas o que farão com ações dinâmicas para inverter o quadro atual.
Daqui por diante, até as eleições, vamos ouvir muito sobre a situação do nosso Brasil que será pintado de “rosa” pelos que estão no poder e de “preto” pelos que estão na oposição. Isso é a marca registrada de todas as campanhas eleitorais.
No meio da briga pelo poder político, nós, pobres eleitores, ficaremos perdidos porque iremos receber informações manipuladas, todas aparentando verdades. Todos nós seremos massacrados com mensagens no rádio e na televisão. Nesse cenário, existirá muito pouco espaço para análises objetivas. Vamos ouvir muitas promessas e maneiras do País atingir um desenvolvimento de primeiro mundo, mas, no nosso entender, os problemas nacionais continuarão os mesmos.
Mesmo sendo leigo, podemos observar o que ocorre no mundo e em várias pesquisas de órgãos internacionais e nacionais, o seguinte:
a) A economia mundial cresce em patamares bem superiores ao do Brasil; b) Enquanto a renda per capita no mundo dobrará em menos de 30 anos; o Brasil levará mais de 70 anos;
c) Enquanto os países emergentes investem cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) em atividades produtivas; o Brasil investe menos de 20%;
d) O investimento público, ao invés de aumentar em determinado período, cai; a única coisa que aumenta é a carga tributária, que chega perto de 40% do PIB;
e) Faltam investimentos pesados em energia elétrica, petróleo, gás, telecomunicações e transporte;
f) O desempenho dos estudantes brasileiros em matemática e ciências, comparado com mais de 100 países é decepcionante. Em pleno século 21, temos 16 milhões de analfabetos e, entre os que sabem ler, mais de 50% não entendem o que lêem.
Estes problemas somente serão solucionados se existir um crescimento acelerado do País, acompanhando no mínimo, a média de crescimento no mundo e não com crescimento abaixo da média, pois assim, sempre estaremos “marchando” no mesmo lugar.
O mínimo que se espera é que os candidatos não apenas falem de que maneira atacarão essas questões de frente, mas o que farão com ações dinâmicas para inverter o quadro atual.
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