As manifestações, não somente na cidade de São Paulo, também na cidade do Rio de Janeiro nos mostra o comportamento dos milhares de participantes composto por estudantes e trabalhadores, que no lugar de voltarem para suas casas no final do dia, preferiram civilizadamente participar nas manifestações. E que felizmente hoje se indignam não somente contra o reajuste do péssimo transporte público, mas, com palavras de ordem se insurgem contra a corrupção, gastos mal explicados para Copa do Mundo, e até contra a votação da famigerada PEC 37, que, se fosse aprovada pelo Congresso, a classe política amordaçaria o Ministério Público para que a impunidade institucional corresse livre e solta, e ainda a céu aberto por todo o País.
Estas manifestações por todo o País nos deixa um pouco feliz devido a reação impetuosa da nossa sociedade bem distante do domínio e à mercê da classe política. Feliz, também, por não ver nas manifestações, a União Nacional dos Estudantes – UNE, que o Partido dos Trabalhadores (PT), nestes últimos anos, comprou literalmente os direitos políticos e o silêncio desta outrora importante entidade estudantil, a custa de milhões de reais a fundo perdido... Uma lástima!
Ou seja, como de costume, o Partido dos Trabalhadores (PT) como personagem principal das nossas indignações. Caracterizado que está pela sua desastrosa administração federal, nos determinando friamente a alta da inflação, falta de investimentos, e principalmente responsável pelo acelerado ritmo da corrupção, com seus múltiplos mensalões... O que finalmente faz despertar os nossos jovens cidadãos para tentar dar um basta neste desprezo com o uso dos recursos dos contribuintes e das nossas há muito clamadas prioridades.
Na verdade, estas manifestações é apenas um pequeno despertar. O que já comove muito e nos dá a esperança de finalmente estarmos próximos de vislumbrar num futuro bem próximo um porto seguro, conjugados com grandes transformações no seio das nossas instituições, ressuscitando principalmente a ética e o bem comum. Porque, se estamos onde estamos hoje, é porque deixamos em berço esplêndido, livres e soltos para as suas “maracutaias”, os nossos administradores públicos que elegemos e reelegemos nas urnas. E que sistematicamente confundem, até por conveniência, democracia com libertinagem... Caso contrário, no mínimo o voto hoje não seria obrigatório...
domingo, 7 de julho de 2013
Manifestações 2013 no Brasil
As manifestações, não somente na cidade de São Paulo, também na cidade do Rio de Janeiro nos mostra o comportamento dos milhares de participantes composto por estudantes e trabalhadores, que no lugar de voltarem para suas casas no final do dia, preferiram civilizadamente participar nas manifestações. E que felizmente hoje se indignam não somente contra o reajuste do péssimo transporte público, mas, com palavras de ordem se insurgem contra a corrupção, gastos mal explicados para Copa do Mundo, e até contra a votação da famigerada PEC 37, que, se fosse aprovada pelo Congresso, a classe política amordaçaria o Ministério Público para que a impunidade institucional corresse livre e solta, e ainda a céu aberto por todo o País.
Estas manifestações por todo o País nos deixa um pouco feliz devido a reação impetuosa da nossa sociedade bem distante do domínio e à mercê da classe política. Feliz, também, por não ver nas manifestações, a União Nacional dos Estudantes – UNE, que o Partido dos Trabalhadores (PT), nestes últimos anos, comprou literalmente os direitos políticos e o silêncio desta outrora importante entidade estudantil, a custa de milhões de reais a fundo perdido... Uma lástima!
Ou seja, como de costume, o Partido dos Trabalhadores (PT) como personagem principal das nossas indignações. Caracterizado que está pela sua desastrosa administração federal, nos determinando friamente a alta da inflação, falta de investimentos, e principalmente responsável pelo acelerado ritmo da corrupção, com seus múltiplos mensalões... O que finalmente faz despertar os nossos jovens cidadãos para tentar dar um basta neste desprezo com o uso dos recursos dos contribuintes e das nossas há muito clamadas prioridades.
Na verdade, estas manifestações é apenas um pequeno despertar. O que já comove muito e nos dá a esperança de finalmente estarmos próximos de vislumbrar num futuro bem próximo um porto seguro, conjugados com grandes transformações no seio das nossas instituições, ressuscitando principalmente a ética e o bem comum. Porque, se estamos onde estamos hoje, é porque deixamos em berço esplêndido, livres e soltos para as suas “maracutaias”, os nossos administradores públicos que elegemos e reelegemos nas urnas. E que sistematicamente confundem, até por conveniência, democracia com libertinagem... Caso contrário, no mínimo o voto hoje não seria obrigatório...
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