
Ou os eleitores que não sofreram LAVAGEM CEREBRAL votam em peso no Aécio ou, então, o País que já está à beira do precipício, inapelavelmente cairá nele, e aí, para sair levará uma eternidade, isso se conseguirmos sair.
De Dilma nem precisamos mais falar e a Marina Silva, cria do PT, é tão competente que não conseguiu montar um partido. Até o Levy Fidélis conseguiu.
Comparar com Aécio, Dilma, Eduardo, Serra, Alckmin e até Lula, é uma brincadeira de mau gosto.
Como pode o PSB oferecer à Nação, esta candidata que nunca foi do seu partido E NEM tem a mesma filosofia? Estranho, não?
Marina Silva apareceu e elegeu-se na esteira de Chico Mendes, com pouquíssimos votos. Nunca fez nada de representativo e não tem a menor estrutura para governar um País sem depender exatamente de quem queremos nos livrar. É um engodo, autoritária sem ter qualidades para tanto e realmente, de forma lamentável afundará o Brasil, porque ela é contra os fazendeiros (Ronaldo Caiado deve adorá-la...) que fazem o Brasil caminhar para a frente devido à falta de novas indústrias ou empregos. Aqui não é a Suiça para viver de serviços. Menos ainda ser cabide de empregos para imbecis “papagaios de pirata”, do seu ex-futuro partido, do PSB ou do PT. Ela não tem TIME : vai governar com quem?
Quando penso que quase vinte milhões de eleitores votaram nela na última eleição, fico assustado com a possibilidade que a morte do Eduardo Campos está permitindo. O nosso País não precisa destes entes messiânicos, dotados de uma visão simplista para solução dos nossos problemas.
A era Getúlio, Chaves, Peron, Evita, entre outros já passou. Não precisamos disto. Estes entes dotados deste “poder divino” que desconhecem regras de mercado, meritocracia, não podem ter este espaço na nossa vida política. Este blá, blá de ambientalismo, sustentabilidade, somente é bom para quem quer defender interesses externos. E estes entes tipo Marina entre outros, embarcam neste viés por que não conseguem ver outra saída para desenvolverem seus projetos pessoais.
Precisamos reduzir o espaço destes tipos de “black blocs” eleitos como pode ocorrer com a Marina.
As vezes começo a duvidar da competência do Eduardo Campos, devido o mesmo ter aderido a este discurso da Marina. Só podia ser desespero de causa. E ele não precisava disto. Tinha tudo para crescer independente deste viés que a Marina representa.
Agora, resta-nos rezar muito para que Marina não assuma ou Dilma continue no poder. E não negligenciemos do óbvio: há quem se interesse que o Brasil passe a ser uma nação de segunda categoria como o nosso complexo de vira-latas sempre pregou. Se eleita Marina Silva, o pior estará se desenhando sem meias tintas. Os sobreviventes verão.
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