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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Temos mesmo liberdade por aqui?


Em 2011, um general da reserva do Exército Brasileiro, Paulo Chagas, escreveu um texto contendo muitas verdades. Agora em 2014, a situação está bem pior. Se um general faz este tipo de manifestação...fica difícil... muito difícil... e questiona-se: onde a tradição de um Castelo Branco? De um Osório? De um Floriano Peixoto? De um Duque de Caxias?
Se não houver, mais uma vez, a iniciativa das Forças Armadas para defender a Pátria dos inimigos externos e internos que estão implantando e solidificando ideologias políticas falidas e assassinas, a situação vai piorar cada vez mais. Chamar Lamarca de “herói”, reabilitar a sua importância histórica? Pelo caminhar da “carruagem”, daqui a pouco, irão ser reabilitados quem traiu a Inconfidência Mineira. Onde está a lisura de um Castelo Branco? Onde está a ética de um Geisel? Onde está a sinceridade de um Figueiredo? Onde está, o que Castro Alves procurava? Fica claro que alavancar o nosso País nunca esteve nos planos dos últimos governos esquerdistas que tivemos. Nosso governo distribui o nosso dinheiro de forma duvidosa e desonesta entre países simpatizantes da causa comunista.
Eis o texto:
“Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para
mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a
baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!
Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança,
de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros,
guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros,
negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores
desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras,
vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças
armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões,
bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais
bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros.
Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e
violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é
conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói!
Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam
“mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é
tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É
aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a
“robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher,
da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem
da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões,
onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado, sem
contar quando destroem pesquisas cientificas de anos, irrecuperáveis!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da
bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do
desmando e da desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que
suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a
vergonha, a autoestima e a própria dignidade?

Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?”

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