Get Adobe Flash player

domingo, 31 de maio de 2015

Má gestão é só prejuízo


Se o nosso Brasil, realmente, fosse um país sério e com dirigentes comprometidos com o povo e não com os interesses pessoais e partidários, não estaríamos nesta situação caótica.

Penalizam a população com escorchantes impostos mas,  não cortam nas suas entranhas, instituições que consomem dinheiro e não oferecem serviços de qualidade.

Conforme uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), abrangendo os três níveis de governo (federal, estadual e municipal), apresenta dados preocupantes sobre a qualidade da gestão pública no nosso Brasil.

Eis alguns resultados: temos 12,2 mil organizações públicas, que vão de secretarias municipais a órgãos do governo federal. Segundo esta pesquisa, metade destas organizações não capacita líderes, e 25% delas não possui qualquer tipo de meta em suas atividades regulares.

A conclusão óbvia é que esses órgãos, e seus dirigentes, não estão cumprindo o papel esperado, e, como consequência, os serviços por eles produzidos estão muito distantes do esperado pela sociedade. Quem perde, no final das contas, é o cidadão, de forma dupla: pelo desperdício de recursos públicos, mal administrados, e pela baixa qualidade dos serviços prestados.

Em um momento em que se discute muito a corrupção na esfera pública, com escândalos e denúncias de desvios monumentais de dinheiro, é preciso também estar atento à gestão pública. Ela, a exemplo da malversação dos recursos governamentais, compromete, de maneira decisiva, a eficiência, a credibilidade e a confiança do Estado.

A existência de órgãos públicos é exigida e justificada. Por mais que avancem as empresas privadas, sempre haverá necessidade de organismos governamentais, nas diferente áreas e competências. Mas eles precisam ter compromissos e responsabilidades, e a qualidade na gestão é fundamental.


Então, caso não ocorra um choque de gestão, em todos os escalões da nossa república, a situação será cada vez mais piorada.

Nenhum comentário: