Festival de frases e deslizes do “governo!!!???”, somente a partir de 09/2006, quando aconteceu o acidente com o avião da Gol e o Legacy da Embraer. Todas elas, ouvimos nas emissoras de rádio, lemos nos jornais ou assistimos na TV.
Em 06/12/2006 - Tarso Genro, então ministro das Relações Institucionais, ao comentar a pressão política por causa da crise aérea: “O importante é não ter pressa neurótica, temperamental, para enfrentar a crise. É preservar o limite científico e técnico de segurança dos passageiros”.
Em 09/12/2006 – Lula, em meio à disputa com controladores de vôo: “Acho que acabou a crise. Estamos vivendo um rescaldo”. “As pessoas podem vir a sofrer por causa de chuva demais. (...) Mas por causa de aparelho de controle de vôo não vão sofrer mais”.
Em 23/12/2006 – José Alencar, vice-presidente da República, ao desembarcar de um avião na Pampulha, em Belo Horizonte: “(O governo) já fez tudo o que poderia fazer e não há solução a médio prazo para a crise no setor aéreo”.
Em 21/03/2007 – Milton Zuanazzi, presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), sobre a série de atrasos nos vôos: “Não chamamos de crise, mas de problemas de infra-estrutura, tanto nos aeroportos quanto no controle (do espaço aéreo). Há um grande gargalo, mas as empresas estão investindo e crescendo”.
Em 22/03/2007 – Waldir Pires, ministro da Defesa, ao anunciar a criação de um gabinete da crise aérea: “Não podemos permitir que esses problemas continuem. Esta é uma obsessão do presidente da República. Temos de vencer seja o que for”.
Em 27/03/2007 – brigadeiro José Carlos Pereira, após uma reunião com a cúpula aérea: “Avião decolado é avião seguro. Agora, a solução final, quando nós vamos realmente voltar àqueles tempos pré-acidente com o avião da Gol, isso aí passa por um trabalho bem mais extenso”.
Em 27/03/2007 – Lula, presidente da República, nove dias depois de um apagão aéreo: “Quero prazo, dia e hora para anunciar o fim da crise dos aeroportos”.
Em 28/03/2007 – brigadeiro José Carlos, respondendo à cobrança de Lula para o fim da crise aérea: “É uma previsão difícil de fazer, de dizer, dia 27, terça-feira, 10 horas, vai estar tudo concluído, tudo certinho”.
Em 30/03/2007 – Denise Abreu, diretora da Anac, num casamento em Salvador/BA, o “Baile do Apagão”, ocorrido durante uma greve de controladores de vôo: “Acho que o próprio ministro Waldir Pires vai tomar a iniciativa de se retirar do governo. Esta crise tem sido estressante para nós, que já não somos brotinhos, imagine para alguém com 80 anos de idade”.
- Marco Antônio Marques de Oliveira, diretor de administração da Infraero, anunciando que seria nomeado novo presidente do órgão, no ‘baile do apagão’.
- Geddel Vieira de Lima, ministro da Integração Nacional, também no ‘baile do apagão’.
Em 02/04/2007 – Lula, no programa Café com o Presidente: “Vamos chegar a um denominador comum que possa garantir o bom funcionamento dos aeroportos e, sobretudo, tranqüilidade às pessoas que saem de casa para viajar”.
Em 13/06/2007 – Marta Suplicy, ministra do Turismo, sobre o que os passageiros deveriam fazer diante de atrasos nos aeroportos: “Relaxa e goza. Porque depois você esquece todos os transtornos”.
Em 20/06/2007 – Guido Mantega, ministro da Fazenda, justificando a crise aérea: “É um pouco do preço do sucesso. É a prosperidade do País, mais gente viajando”. Em 20/06/2007 – brigadeiro Juniti Saito, comandante da aeronáutica sobre a situação dos aeroportos: “Está sob controle (...), o pior já passou”. “Lideranças negativas têm de deixar a Força Aérea”.
Em 20/06/2007 – Waldir Pires, ministro da Defesa, falando no salão de aeronáutica de Le Bourget: “O apagão aéreo não será resolvido antes de um ano”.
Em 25/06/2007 – “Temos poucos acidentes comparados a quaisquer outros países do mundo. Essas mesmas pessoas já controlaram aviões na base do rádio, depois do radar, agora o sistema é muito mais sofisticado”.
Em 18/07/2007 – Walfrido Mares Guia, ministro das relações institucionais, comentando a tragédia do Airbus: “Nem é culpa do presidente e de ninguém, a não ser de quem estava pilotando, se o desastre tiver ocorrido por falha humana”. Em 19/07/2007 – Marco Aurélio Garcia, assessor da presidência, ‘justificando’ gesto obsceno ao saber que defeito no Airbus da Tam pode ter causado tragédia: “Isto é um sentimento de indignação, é uma reação privada que qualquer pessoa de bom senso teria neste momento”.
Em 06/12/2006 - Tarso Genro, então ministro das Relações Institucionais, ao comentar a pressão política por causa da crise aérea: “O importante é não ter pressa neurótica, temperamental, para enfrentar a crise. É preservar o limite científico e técnico de segurança dos passageiros”.
Em 09/12/2006 – Lula, em meio à disputa com controladores de vôo: “Acho que acabou a crise. Estamos vivendo um rescaldo”. “As pessoas podem vir a sofrer por causa de chuva demais. (...) Mas por causa de aparelho de controle de vôo não vão sofrer mais”.
Em 23/12/2006 – José Alencar, vice-presidente da República, ao desembarcar de um avião na Pampulha, em Belo Horizonte: “(O governo) já fez tudo o que poderia fazer e não há solução a médio prazo para a crise no setor aéreo”.
Em 21/03/2007 – Milton Zuanazzi, presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), sobre a série de atrasos nos vôos: “Não chamamos de crise, mas de problemas de infra-estrutura, tanto nos aeroportos quanto no controle (do espaço aéreo). Há um grande gargalo, mas as empresas estão investindo e crescendo”.
Em 22/03/2007 – Waldir Pires, ministro da Defesa, ao anunciar a criação de um gabinete da crise aérea: “Não podemos permitir que esses problemas continuem. Esta é uma obsessão do presidente da República. Temos de vencer seja o que for”.
Em 27/03/2007 – brigadeiro José Carlos Pereira, após uma reunião com a cúpula aérea: “Avião decolado é avião seguro. Agora, a solução final, quando nós vamos realmente voltar àqueles tempos pré-acidente com o avião da Gol, isso aí passa por um trabalho bem mais extenso”.
Em 27/03/2007 – Lula, presidente da República, nove dias depois de um apagão aéreo: “Quero prazo, dia e hora para anunciar o fim da crise dos aeroportos”.
Em 28/03/2007 – brigadeiro José Carlos, respondendo à cobrança de Lula para o fim da crise aérea: “É uma previsão difícil de fazer, de dizer, dia 27, terça-feira, 10 horas, vai estar tudo concluído, tudo certinho”.
Em 30/03/2007 – Denise Abreu, diretora da Anac, num casamento em Salvador/BA, o “Baile do Apagão”, ocorrido durante uma greve de controladores de vôo: “Acho que o próprio ministro Waldir Pires vai tomar a iniciativa de se retirar do governo. Esta crise tem sido estressante para nós, que já não somos brotinhos, imagine para alguém com 80 anos de idade”.
- Marco Antônio Marques de Oliveira, diretor de administração da Infraero, anunciando que seria nomeado novo presidente do órgão, no ‘baile do apagão’.
- Geddel Vieira de Lima, ministro da Integração Nacional, também no ‘baile do apagão’.
Em 02/04/2007 – Lula, no programa Café com o Presidente: “Vamos chegar a um denominador comum que possa garantir o bom funcionamento dos aeroportos e, sobretudo, tranqüilidade às pessoas que saem de casa para viajar”.
Em 13/06/2007 – Marta Suplicy, ministra do Turismo, sobre o que os passageiros deveriam fazer diante de atrasos nos aeroportos: “Relaxa e goza. Porque depois você esquece todos os transtornos”.
Em 20/06/2007 – Guido Mantega, ministro da Fazenda, justificando a crise aérea: “É um pouco do preço do sucesso. É a prosperidade do País, mais gente viajando”. Em 20/06/2007 – brigadeiro Juniti Saito, comandante da aeronáutica sobre a situação dos aeroportos: “Está sob controle (...), o pior já passou”. “Lideranças negativas têm de deixar a Força Aérea”.
Em 20/06/2007 – Waldir Pires, ministro da Defesa, falando no salão de aeronáutica de Le Bourget: “O apagão aéreo não será resolvido antes de um ano”.
Em 25/06/2007 – “Temos poucos acidentes comparados a quaisquer outros países do mundo. Essas mesmas pessoas já controlaram aviões na base do rádio, depois do radar, agora o sistema é muito mais sofisticado”.
Em 18/07/2007 – Walfrido Mares Guia, ministro das relações institucionais, comentando a tragédia do Airbus: “Nem é culpa do presidente e de ninguém, a não ser de quem estava pilotando, se o desastre tiver ocorrido por falha humana”. Em 19/07/2007 – Marco Aurélio Garcia, assessor da presidência, ‘justificando’ gesto obsceno ao saber que defeito no Airbus da Tam pode ter causado tragédia: “Isto é um sentimento de indignação, é uma reação privada que qualquer pessoa de bom senso teria neste momento”.

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