
Qualquer pessoa que tenha a preocupação com o meio ambiente pode muito bem saber, analisando uma cidade, que ela tem um incômodo inimigo: árvores. Prédios, casas sobrepostas ou comércios surgem onde existia residências com quintais e as vítimas são as árvores. Praças são “urbanizadas”, vagas de estacionamento para veículos são criadas, ruas são abertas, e as vítimas são as árvores. Planta-se espécies inadequadas, do lado errado da rua, sem qualquer planejamento, poda-se sem técnica e sem cuidado, pede-se remoções de árvores, impede-se que novas sejam plantadas, afoga-se as que restam com cimento e as vítimas, novamente, são as árvores. Pior: depreda-se, fere-se, mata-se.
Árvores, parece, são contra o progresso, contra a fiação, contra as calçadas e os carros, contra a própria vida urbana.
E não é só nas cidades. Nós temos, no Brasil, a Amazônia a maior floresta do mundo (ainda) e na Mata Atlântica uma das florestas mais biodiversas do planeta, sendo que a Amazônia é tão atacada e devastada que chegamos a festejar o mês em que a agressão e o devastamento é menor e da Mata Atlântica só restam ilhas em áreas de serra.
Parecemos ser inimigos de nós próprios, pois o absurdo desmatamento das áreas de mananciais diminui a água potável, essencial às nossas vidas, a extinção das matas ciliares (toda a vegetação que fica na beira dos rios) assoreia rios (ficam rasos, causando a morte dos peixes) e córregos, desalojando e matando com as enchentes.
Também com a desarborização das cidades mostramo-nos inimigos de nós mesmos. Cercados de cimento e asfalto, vestindo tudo de cinza e preto, diminuímos a permeabilidade do solo e sobrecarregamos os sistemas de drenagem, aumentamos drasticamente a temperatura dos ambientes, das cidades, do planeta. Inviabilizamos passarinhos, desnaturamos a vida, desvirtuamos ainda mais a política, já que os representantes que elegemos nada fazem e não possuem visão de futuro.
Quantos projetos de planejamento técnico para a arborização urbana já foram apresentados para que tenhamos uma cidade mais fresca e mais bonita? Esse é um problema que, decisivamente, deveríamos lutar para ter. Mas só quando tomarmos uma decisão pela vida.
O verde viabiliza, ameniza, pacifica a vida. Tratar com carinho, plantar árvores, planejar casas, ruas e cidades para gerarmos mais lugares de plantio é acarinhar a nós mesmos. Tire o cimento do seu quintal, abra novamente sua calçada, sua área comum, sua vida para o verde. Peça a seu vizinho, ao seu parente, ao seu patrão e à Prefeitura que plantem.
Contra a falta de alegria, árvores.
Contra a falta de água, árvores.
Contra a falta de ar, árvores.
Contra a falta de árvores, consciência e cidadania.
Desmatar é matar um país chamado árvore, e o Brasil está em extinção. Aos cidadãos, funcionários, políticos, administradores e planejadores urbanos, uma certeza: árvore é a planta de uma cidade de beleza, paz e harmonia. (baseado em “Um país chamado Árvore”, texto de Maurício de Araújo Zomignani)
Árvores, parece, são contra o progresso, contra a fiação, contra as calçadas e os carros, contra a própria vida urbana.
E não é só nas cidades. Nós temos, no Brasil, a Amazônia a maior floresta do mundo (ainda) e na Mata Atlântica uma das florestas mais biodiversas do planeta, sendo que a Amazônia é tão atacada e devastada que chegamos a festejar o mês em que a agressão e o devastamento é menor e da Mata Atlântica só restam ilhas em áreas de serra.
Parecemos ser inimigos de nós próprios, pois o absurdo desmatamento das áreas de mananciais diminui a água potável, essencial às nossas vidas, a extinção das matas ciliares (toda a vegetação que fica na beira dos rios) assoreia rios (ficam rasos, causando a morte dos peixes) e córregos, desalojando e matando com as enchentes.
Também com a desarborização das cidades mostramo-nos inimigos de nós mesmos. Cercados de cimento e asfalto, vestindo tudo de cinza e preto, diminuímos a permeabilidade do solo e sobrecarregamos os sistemas de drenagem, aumentamos drasticamente a temperatura dos ambientes, das cidades, do planeta. Inviabilizamos passarinhos, desnaturamos a vida, desvirtuamos ainda mais a política, já que os representantes que elegemos nada fazem e não possuem visão de futuro.
Quantos projetos de planejamento técnico para a arborização urbana já foram apresentados para que tenhamos uma cidade mais fresca e mais bonita? Esse é um problema que, decisivamente, deveríamos lutar para ter. Mas só quando tomarmos uma decisão pela vida.
O verde viabiliza, ameniza, pacifica a vida. Tratar com carinho, plantar árvores, planejar casas, ruas e cidades para gerarmos mais lugares de plantio é acarinhar a nós mesmos. Tire o cimento do seu quintal, abra novamente sua calçada, sua área comum, sua vida para o verde. Peça a seu vizinho, ao seu parente, ao seu patrão e à Prefeitura que plantem.
Contra a falta de alegria, árvores.
Contra a falta de água, árvores.
Contra a falta de ar, árvores.
Contra a falta de árvores, consciência e cidadania.
Desmatar é matar um país chamado árvore, e o Brasil está em extinção. Aos cidadãos, funcionários, políticos, administradores e planejadores urbanos, uma certeza: árvore é a planta de uma cidade de beleza, paz e harmonia. (baseado em “Um país chamado Árvore”, texto de Maurício de Araújo Zomignani)
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