Analisando informações do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), verificamos que a arrecadação tributária no Brasil, neste ano de 2011, até o final de setembro deverá estar na marca de um trilhão de reais (R$), e com certeza ultrapassará tudo que foi arrecadado no ano de 2010 (R$ 1.290,97 trilhão).
A arrecadação tributária a cada ano que se passa, aumenta astronomicamente e seria suficiente para o Estado cumprir o seu papel na sociedade, oferecendo segurança, educação e saúde de primeiro mundo, porém, quando cobrado, no caso do sistema de saúde, alega que não existe verba e que necessário se faz criar uma nova maneira de arrecadar dinheiro da população para cobrir seus gastos. É para ficar indignado em ver que na cúpula diretiva do País não exista administradores competentes e comprometidos com o Brasil. É chocante ouvir a presidente dizer:”Só demagogo diz que resolve saúde sem verba”, assim como o partido a que pertence (PT) alardear a todos os cantos que apoia novo imposto e que a presidente “não se oporia à criação de novo tributo.
Nós, como sociedade, temos que reagir a essa progressão arrecadatória deste governo petista, que mente ao dizer que não existe dinheiro para a saúde. Como não existe dinheiro para a saúde se para outros setores, rapidamente, apareceu fonte de recursos no orçamento para: a) 50 bilhões de reais para o trem bala; b) empréstimos subsidiados pelo BNDS para o Bolsa Empresário já atingiram o patamar de R$ 300 bilhões do erário público; c) programa Brasil Maior com isenção de arrecadação que traria aos cofres da nação, R$ 20 bilhões; d) programa Minha Casa, Minha Vida com subsídios de R$ 72 bilhões em 4 anos. As “viúvas” da famigerada CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) esquecem que descontinuado este “assalto” o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) entrou em ação e já passou a casa dos R$ 20 bilhões.
Desta maneira, é inconcebível este zum-zum-zum para a criação de um novo imposto. O que precisamos ouvir é como irão trabalhar para diminuir o tamanho da máquina pública, reduzir estruturas do tempo da idade da pedra e moralizar os gastos do erário público.
A arrecadação tributária a cada ano que se passa, aumenta astronomicamente e seria suficiente para o Estado cumprir o seu papel na sociedade, oferecendo segurança, educação e saúde de primeiro mundo, porém, quando cobrado, no caso do sistema de saúde, alega que não existe verba e que necessário se faz criar uma nova maneira de arrecadar dinheiro da população para cobrir seus gastos. É para ficar indignado em ver que na cúpula diretiva do País não exista administradores competentes e comprometidos com o Brasil. É chocante ouvir a presidente dizer:”Só demagogo diz que resolve saúde sem verba”, assim como o partido a que pertence (PT) alardear a todos os cantos que apoia novo imposto e que a presidente “não se oporia à criação de novo tributo.
Nós, como sociedade, temos que reagir a essa progressão arrecadatória deste governo petista, que mente ao dizer que não existe dinheiro para a saúde. Como não existe dinheiro para a saúde se para outros setores, rapidamente, apareceu fonte de recursos no orçamento para: a) 50 bilhões de reais para o trem bala; b) empréstimos subsidiados pelo BNDS para o Bolsa Empresário já atingiram o patamar de R$ 300 bilhões do erário público; c) programa Brasil Maior com isenção de arrecadação que traria aos cofres da nação, R$ 20 bilhões; d) programa Minha Casa, Minha Vida com subsídios de R$ 72 bilhões em 4 anos. As “viúvas” da famigerada CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) esquecem que descontinuado este “assalto” o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) entrou em ação e já passou a casa dos R$ 20 bilhões.
Desta maneira, é inconcebível este zum-zum-zum para a criação de um novo imposto. O que precisamos ouvir é como irão trabalhar para diminuir o tamanho da máquina pública, reduzir estruturas do tempo da idade da pedra e moralizar os gastos do erário público.

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