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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Realmente assusta


Muitas coisas, nos últimos tempos, no que diz respeito a atuação da grande imprensa brasileira, nos chamam a atenção. Coisas dos grandes jornais e emissoras de rádio e televisão que, em troca de muita grana - e imagine muita grana mesmo - se propõe a desviar as atenções da plebe de assuntos efetivamente importantes.
Na recente eleição para o cargo máximo da República Federativa do Brasil, permitiu nascer uma grande preocupação. A disputa aparentava destinar-se a reproduzir mais uma vez a falsa dicotomia entre PT e PSDB - as duas faces da mesma moeda podre, resultante da ideologia socialista/comunista, já morta e enterrada pelas sociedades mais avançadas - já que a terceira opção de destaque (também do mesmo matiz ideológico anacrônico) não exibia condições efetivas de concorrer em condições de relevância.
Entretanto, um infausto acontecimento, tumultuou o que já parecia encaminhado, conforme os desígnios da OFI (Oligarquia Financeira Internacional) - a que realmente decide o que inocentemente designamos "política brasileira".
A morte do ex
-governador pernambucano Eduardo Campos, teve o poder de embaralhar o jogo político, e semear uma dúvida em grande parte dos cidadãos. A fatídica queda do avião que conduzia o adversário, quase inócuo dos dois protagonistas principais, teria sido um acidente aéreo ou algo muito bem planejado desde a cúpula do poder mundial ?
A internet pode ser uma boa fonte de conhecimento, ao mesmo tempo em que, também, é uma enorme fonte de mentiras. Logo após o desditoso fato, "depoimentos" e relatos controversos surgiram. 
De concreto, somente um vídeo mostrando o avião caindo em "picada", isto é, com seu corpo na posição quase vertical, sumindo por trás de um prédio, e a fumaça de sua explosão ao chocar-se com o solo.
Também surgiram macabras fotos que seriam de despojos humanos que teriam se chocado contra os prédios vizinhos ao acidente, embasando a tese de que teria ocorrido uma explosão no interior da aeronave.
O sigilo legal, imposto ao andamento das investigações, talvez, nunca permita aos reles mortais, saberem toda a plenitude do como e o que aconteceu. 
Mas, como contraponto à teoria da conspiração, podemos apresentar dois argumentos simples: se alguém planejasse um atentado, esse seria realizado bem antes da chegada do avião a Santos no litoral paulista, quando estivesse sobrevoando a parte marítima de seu trajeto - seria muito mais eficaz em termos de esconder provas.
Mais ainda: a aeronave já havia realizado o procedimento de pouso - tendo suspenso o mesmo, devido ao mau tempo -, assim, se houvesse a previsão de uma explosão a bordo, ela ocorreria com o avião já no solo e sem seus passageiros, causando somente danos materiais. Mas, estamos sempre sujeitos ao aparecimento de "fatos novos", como o estranho trabalho de manutenção no avião acidentado, feito dois dias antes da tragédia. O que nos permite imaginar outra hipótese. E se houvesse a previsão de uma explosão, exatamente após o pouso, a fim de só causar danos materiais e criar um clima propício a candidatura que não descolava da má posição nas pesquisas de intenção de voto? O destino muitas vezes pode ser cruel! Mas isto é só uma ideia trágica!!
Temos, então, que de concreto, restaram duas realidades. A candidatura ao cargo de Presidente acabou caindo no colo da dona Osmarina Silva, projetando-a meteoricamente para junto dos principais concorrentes e desestabilizando o quadro da competição pelo cargo presidencial. A outra realidade foi a descoberta que o avião acidentado não tinha dono. Pelo menos um dono regularizado. E estava sendo usado como transporte do candidato de forma um tanto quanto obscura, para não ser grosseiro.
Por enquanto, percebemos que a "grande imprensa", comprada, evitou/evita enfrentar este assunto. Pelo contrário, parece que procurou/procura abafá-lo, como quando, sob a administração do Cachaceiro-Mor nove dedos, surgiam poços de petróleo milagrosos no pré-sal, sempre que alguma “maracutaia” governamental era descoberta. Agora, na falta de novos poços e com a Petrobrás na berlinda dos escândalos (dizem os sábios que: “não se fala em corda, na casa de enforcado) os destaques diversionistas foram o médico tarado, preso no Paraguai, e a estapafúrdia ênfase dada ao racismo nos estádios de futebol. Tudo firulas, para iludir os incautos da plateia, no show de ilusionismo barato.
O médico safado e aproveitador já foi condenado a uma pena que abrange até sua próxima reencarnação. Havia fugido, mas sua recaptura, colocou um ponto final ao caso que as emissoras de TV tentaram ressuscitar sem êxito.
A pantomima do racismo gremista foi asquerosa. Notadamente, o caso foi mais de falta de educação que crime. A mesma falta de educação que permite que se chame adversários e juízes de filho da puta, ofendendo as coitadas das mães que muitas vezes sequer gostam de futebol
ou mesmo usando o nome do animal burro. Ou que "permite" que se mande "tomar no c*" a ocupante do mais elevado cargo do país, em solenidades transmitidas jornalisticamente para todo o mundo. A perfídia foi tal que, contrariando a prática cotidiana de proteger a imagem de bandidos, evitando mostrá-los na televisão - com todo o apoio dos "defensores de direitos dus manus" - o rosto da "gaúcha racista" foi divulgado para o mundo todo, por jornais e emissoras de televisão, contribuindo para que ela perdesse seu emprego e tivesse sua residência apedrejada por alguns idiotas e o ofendido continuou sua vida normal, ganhando seus polpudos reais. Paralelamente, as manifestações de indignação forçada, por parte das "personalidades" de sempre, é simplesmente nojenta. 
Não lembro de ter visto atores e atrizes, e outros de menor quilate, terem se manifestado por ocasião de brigas de torcidas, que redundaram em assassinatos e ferimentos graves, nem mesmo quando alguns imbecis, depredaram os banheiros de um estádio e mataram um torcedor, jogando um vaso sanitário sobre ele. As próprias manifestações de jornalistas pouco passaram de pífias.
Obviamente, usaram o episódio para abafar o que realmente interessa e,
de lambuja, eliminaram um adversário dos times do Rio e SP na competição. Não que o Grêmio, com a trajetória que tem tido fosse longe, mas poderia prejudicar os "donos da bola" (RJ e SP).
Enquanto isso, as revelações d
e um pilantra, ex-diretor da Petrobrás, são escamoteadas do público, sob o argumento obsceno do "sigilo jurídico".
Menos mal que algumas informações são vazadas
, mesmo contrariando os interesses da quadrilha ora empoleirada no poder, ou quem sabe atendendo os interesses de alguns membros dela. Pelo sim, pelo não, há que se repercutir e divulgar MUITO, as notícias, sobre as patifarias confessadas, para que o assunto não caia no esquecimento, como outros similares. Os cidadãos, jornalistas e raros políticos honestos, devem manter o assunto em evidência e, pressionar para que a delação não seja mantida sob sigilo.
Enfim, voltando às eleições, v
imos na propaganda obrigatória que as discussões políticas se prenderam a firulas inexpressivas e os grandes assuntos de interesse da nação foram simplesmente ignorados porque ninguém tinha projetos elaborados.
M
elhorias na infraestrutura nacional de transportes, segurança, saúde e educação foram prometidas mas não foi definido como serão realizadas. Só promessas de "investimentos", isto é, aumento dos gastos sem preocupação com melhorias na fiscalização de sua aplicação. Estabilidade econômica, incentivo à indústria e geração de empregos, idem. Combate à exploração predatória de nossas riquezas minerais (Nióbio (detemos o monopólio) pareceu tabu para candidatos e entrevistadores), nem pensar!
Provavelmente
, isso ocorreu, em função de não haver nenhuma preocupação ou previsão de abordagens a respeito desse temas. Os candidatos limitaram-se a prometer a continuidade dos programas de "distribuição social de rendas", leia-se manutenção da compra de votos e, da população miserável, sob o jugo do medo de perder suas "bolsas".
O ilusionismo da campanha limitou-se à manipulação da opinião dos telespectadores. Uma das atuais preocupações políticas na ótica jornalística é o casamento entre homossexuais, assunto já resolvido em cartórios. O mesmo se aplica ao aborto, cujas condições de execução estão regulamentadas desde meados do século passado; e o uso medicamentoso de substâncias oriundas da cannabis. Saliente-se que o uso de substâncias medicamentosas não tem nada a ver com fumar maconha, como alguns canalhas, procuram induzir a população.
Para encerrar, manifesto aqui minha contrariedade da propaganda do TSE, que usou recursos públicos para "prestigiar" o que o escritor Janer Cristaldo denominou de "máfia do dendê", começando pelo chatíssimo Carlinhos - talvez para recompensá-lo pelo fiasco da cachirola -, passando pelos outros dois baianos, Daniela Mercuri e outro que faz ou fazia parte de um grupo que executa essa coisa sublime que eles chamam "axé".  Penso que deveria ser assunto de uma "reportagem investigativa" essa preferência midiática e governamental pela "cultura" nordestina, em detrimento de outras regiões do país. 
Será preconceito ou porque a gauchada não se anima a pedir uma graninha via Lei "Ruanê" para difundir o Porca Véia, o Mano Lima, o Elton Saldanha e tantas outras figuras de expressão sulista? Até mesmo o lançamento de CD's e DVD's em homenagem a artistas históricos do RS como César Passarinho, Teixerinha, Cenair Maicá, Leopoldo Rassier e outros poderiam ter o incentivo de empresas gaúchas, mas parece que o pessoal não tem coragem de enfrentar um "não"!
Afinal, se aquelas porcarias do nordeste - e também o "sertanojo" do centro oeste - podem morder as burras estatais, por que as porcarias do sul não podem?
Concluindo, como afirmado no início, este pleito presidencial fez nascer uma grande preocupação. A campanha seguiu morna, embalada pela imprensa que a divulgou, de modo a não provocar sobressaltos. Apesar das novidades que surgiram através de Paulo Roberto da Costa, não representaram perigo direto para determinada candidata, elas, mesmo tendo sido um "fato novo", não provocou mudanças no poder central. Será que tudo pode mudar?. O partido de Osmarina Silva, ainda não explicou suficientemente, a situação do avião em que morreu Eduardo Campos. O seu uso ilegal, nem a cambada do PT ou do seu irmão siamês PSDB ou PMDB tiveram a coragem de pedir esclarecimentos.
A preocupação é que o “povinho” não aceita mudanças e a "grande imprensa", dependente do Tesouro Nacional, se cala. Isto realmente assusta.

Fonte: Baseado em texto de Mujahdin Cucaracha

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