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terça-feira, 5 de junho de 2007

Zeca-feira


Não sou moralista, mas tudo tem um limite. Na propaganda de TV, antes das 22 horas, a quarta-feira é zeca-feira.
Acho que estão extrapolando: o filho de um amigo, que tem 10 anos, já fala em sair para a zeca-feira tomar cerveja, por que lá tudo é alegria.
Isto é muito triste e não estamos abrindo os olhos; logo teremos a “segunda trambique e corrupção-feira”; a “terça-marijuana e a exploração-feira; a “quinta-maquininha bingo-feira”; a “sexta assalto e seqüestro-feira”; o “sábado faça o que quiser e que se danem os outros; e, no domingo, vamos vagabundear porque ninguém é de ferro. Pobre Brasil, onde as coisas erradas e prejudiciais têm tanto incentivo e dão tanto ibope.
Isso é inversão de valores. Vamos acordar. Espero que ainda tenhamos tempo para mudar esta realidade.
O Brasil precisa do dia da ética, dia da moral, dia do trabalho honesto, dia da igualdade, dia do respeito, dia da paz espiritual, valores tão esquecidos ultimamente.
Depois não adianta chorar, por que já estamos chorando. (Paulo Fernando de Mello Chavez)

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Navalhadas


Será que a Gautama, do sr. Zuleido, que não é empreiteira das mais renomadas, no universo das megaempreiteiras que atuam em nosso País, está só só, é a única a operar esquemas de burla à Lei de licitações, de obtenção de vantagens por baixo do pano através de fraudes, propinas, favores, presentes,mordomias, cortesias etc.? Será que mais nenhuma contribui para alimentar esse formidável mundo paralelo dos caixas 2, que movimenta fortunas clandestinamente, e já descoberto, fuçado e confessado por políticos e admitido tranqüilamente, sem ficar nem ao menos rosado, pelo próprio presidente, sem nunca ser de fato devassada e liquidada?
A polícia federal tem feito um bom trabalho, sem dúvida, mas será que a espetaculosidade adotada em várias ocasiões – servindo sob medida para que o governo central alardeie que está combatendo a corrupção -, não lembra um pouco o mordomo do inspetor Clouseau, aquele chinês que vivia atacando o patrão, de surpresa, em sua própria casa, tudo previamente admitido e combinado para mantê-lo sempre atento, pronto para escapar dos ataques de inimigos verdadeiros? (Rubens Forte)

sábado, 2 de junho de 2007

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Mais uma do "babaca"

O Senado do Brasil virou a Geni. Agora é a vez do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que ontem (31/05/2007) acusou os senadores brasileiros de agirem a mando do Congresso dos EUA. "O Congresso do Brasil é dominado pelos movimentos e partidos da direita, que estão tentando que a Venezuela não entre no Mercosul. É mais fácil que o império português se reinstale no Brasil do que o governo da Venezuela volte atrás”, discursou Chávez na TV. A notícia saiu na Agência Bolivariana de Notícias, ganhou as páginas do New York Times e, no Brasil, só teve destaque na Folha de São Paulo. No mesmo jornal, o ex-presidente José Sarney (cordeirinho de Lula) afirma que a integração sul-americana só pode acontecer entre países democráticos.

quinta-feira, 31 de maio de 2007

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Bolsa-família


Dia 13/05/2007, a imprensa divulgou que o Governo Federal estuda dar R$ 204,00 para os alunos da 5ª.à 8ª. Série registrados no Bolsa-família que passarem de ano. Antes houvera cogitado da concessão de uma poupança para os estudante que terminasse o 2º. grau.
Inquietantemente, vislumbra-se uma sinistra progressão da contumaz e vil prática assistencialista, responsável direta pela reeleição do presidente Lula e a ascensional avaliação positiva de seu governo, mas que, decididamente, não contribuirá para a ansiada evolução, graduação e capacitação escolar dos focados excluídos.
Este Governo, que prima em dar esmolas, mantém-se fiel ao dogma do “é dando que se recebe” e rechaça a máxima do “deve-se ensinar a pescar ao invés de dar o peixe”. Se a intenção do presidente Lula é possibilitar o desenvolvimento escolar crescente deve determinar que se invista nos abnegados e injustiçados educadores e professores da rede pública, propiciando remunerações estimuladoras, condizentes e dignas, cursos de aperfeiçoamento e especializações, prédios escolares primorosos, salas de aula confortáveis, biblioteca, laboratório, refeitório, merenda nutricional e áreas de lazer.
Presidente, prestigie os docentes e deixe que eles se dediquem aos discentes, com determinação, ética, moral e bons costumes, virtudes, atualmente, tão desprezadas nos meandros oficiais.
Se a idéia cooptacional do Governo se confirmar, vaticino que os educadores poderão ter sua integridade física ameaçada; em ocorrendo repetência, ficarão passíveis de propostas indecorosas e se sujeitarão a pressões de políticos locais para agradar seu curral eleitoral, diante de uma desdita.
E da oposição, que postura pode-se esperar?

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Político é igual a gangorra

Delfim Netto teceu rasgados elogios à entrevista coletiva do presidente da República. Nada a estranhar, visto o ex-superministro dos governos militares ser atualmente o maior cabo eleitoral de Lula. Destacou, entre outras coisas, a advertência do presidente aos funcionários públicos, condenando o grevismo ao dizer que “nenhum brasileiro pode aceitar alguém fazer 90 dias de greve e receber os dias parados”. Faltou um jornalista perguntar ao presidente a razão da mudança de opinião, pois quando era oposição sempre apoiou, junto com o seu partido, todas as greves do funcionalismo, nunca perguntando se elas prejudicavam o povo; ter perguntado, também, se apóia político receber uma fortuna em salários e “ajudas” para fazer o que fazem. Desconfio que o Delfim ainda aguarda um cargo no Governo.