
Não sou moralista, mas tudo tem um limite. Na propaganda de TV, antes das 22 horas, a quarta-feira é zeca-feira.
Acho que estão extrapolando: o filho de um amigo, que tem 10 anos, já fala em sair para a zeca-feira tomar cerveja, por que lá tudo é alegria.
Isto é muito triste e não estamos abrindo os olhos; logo teremos a “segunda trambique e corrupção-feira”; a “terça-marijuana e a exploração-feira; a “quinta-maquininha bingo-feira”; a “sexta assalto e seqüestro-feira”; o “sábado faça o que quiser e que se danem os outros; e, no domingo, vamos vagabundear porque ninguém é de ferro. Pobre Brasil, onde as coisas erradas e prejudiciais têm tanto incentivo e dão tanto ibope.
Isso é inversão de valores. Vamos acordar. Espero que ainda tenhamos tempo para mudar esta realidade.
O Brasil precisa do dia da ética, dia da moral, dia do trabalho honesto, dia da igualdade, dia do respeito, dia da paz espiritual, valores tão esquecidos ultimamente.
Depois não adianta chorar, por que já estamos chorando. (Paulo Fernando de Mello Chavez)
Acho que estão extrapolando: o filho de um amigo, que tem 10 anos, já fala em sair para a zeca-feira tomar cerveja, por que lá tudo é alegria.
Isto é muito triste e não estamos abrindo os olhos; logo teremos a “segunda trambique e corrupção-feira”; a “terça-marijuana e a exploração-feira; a “quinta-maquininha bingo-feira”; a “sexta assalto e seqüestro-feira”; o “sábado faça o que quiser e que se danem os outros; e, no domingo, vamos vagabundear porque ninguém é de ferro. Pobre Brasil, onde as coisas erradas e prejudiciais têm tanto incentivo e dão tanto ibope.
Isso é inversão de valores. Vamos acordar. Espero que ainda tenhamos tempo para mudar esta realidade.
O Brasil precisa do dia da ética, dia da moral, dia do trabalho honesto, dia da igualdade, dia do respeito, dia da paz espiritual, valores tão esquecidos ultimamente.
Depois não adianta chorar, por que já estamos chorando. (Paulo Fernando de Mello Chavez)
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