“NUNCA NA HISTÓRIA DO BRASIL O CIDADÃO PAGOU TANTO IMPOSTO”. Essa frase deveria ser o jargão que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia utilizar para comentar a alta carga tributária que incide sobre os contribuintes brasileiros, que neste ano de 2007 atinge patamares próximos a 40% do PIB (Produto Interno Bruto). Em qualquer outro lugar do mundo, paga-se tantos tributos.Quatro meses antes do ano de 2007 chegar ao fim e o paulistano já pagou em tributos mais de R$ 13,7 bilhões – de janeiro a agosto de 2007. Há tributos para tudo quanto é lado. É uma salada de letrinhas que incidem sobre cada passo dos cidadãos. A renda é taxada pelo IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física) e INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), a movimentação financeira (provisória???? idealizada até com boa intenção para a saúde mas, a ganância política a destina para outros fins!!!???) a famosa CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), o patrimônio pelo IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbano) e IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor) e o consumo por uma diversidade de impostos (ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços / ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza / IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados / Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social / etc. etc.).
Para se ter uma idéia, um jovem que tenha o hábito de consumir uma lata de refrigerante por dia, no valor de R$ 0,93 (preço de supermercado), gastará, ao final de um ano, o equivalente a R$ 339,45. Deste valor, nada menos do que R$ 160,60 irão para os cofres do governo para custear a máquina pública.
O economista Marcel Solimeo, da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), é taxativo: o Fisco só poderá ser controlado a partir da diminuição dos gastos públicos dos governos. “Enquanto o governo estiver comendo o maior pedaço do bolo, a tendência é que a fome dele aumente. Por isso a sociedade precisa reagir contra o crescimento da carga tributária”.
O especialista em matemática financeira da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), professor Marcos Crivelaro, aponta que a qualidade de vida da população seria melhor com a redução da carga tributária. Ele cita o estudo realizado pelo realizado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). Em um ranking de 15 países, o Brasil é o que mais cobra imposto no setor de alimentos. São 18,35% contra 17,44% da Argentina e 9,75% dos Estados Unidos. Na Inglaterra, Chipre, Irlanda, Hungria e México, a alíquota para alimentos é de zero. “Se reduzíssemos os impostos nos salários e nos alimentos, aumentaríamos as vagas de emprego e o consumo de produtos e serviços, de forma democrática, para toda a população”. (fonte: Jornal do Farol - número 63)
Infelizmente a cúpula governamental aplica mal o dinheiro arrecadado. A única maneira que “ele” aplica “corretamente” é nos conchavos políticos e na criação de novos cargos, somente para benefício próprio e de seu partido.
Chega de tantos impostos. Somente vemos corrupção e aumento de impostos..........
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