
Conforme noticiado em jornais, o ministério público federal (MPF), concedeu mais dez dias ao INSS para que levante dados referente à investigação que realiza sobre a formação de filas virtuais que a população enfrenta quando do agendamento eletrônico de seus serviços. A apuração feita preliminarmente pelos procuradores descobriu que uma vez realizado o pedido de atendimento ao INSS, o serviço era efetivamente prestado meses depois, chegando a 150 dias na capital de São Paulo e a 106 dias em cidades do interior, como por exemplo, em Santos.
Desde as absurdas filas que derrubaram o petista Ricardo Berzoini do Ministério da Previdência Social e a “exigência” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que não admitiria (???) mais tal problema, o INSS tem executado reformas nas agências e utilizado procedimentos mais modernos. Porém, percebe-se que há um sério gargalo que impede uma solução. De nada adianta adotar um serviço moderno que poupa os usuários do cansaço físico, mas não os atende a tempo. Por outro lado, é muito conveniente ao administrador público trocar as reclamações dos segurados na rede física pela paciente espera em casa após um agendamento eletrônico. Portanto, espera-se que as medidas do MPF não arrefeçam e finalmente beneficiem os brasileiros.
Desde as absurdas filas que derrubaram o petista Ricardo Berzoini do Ministério da Previdência Social e a “exigência” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que não admitiria (???) mais tal problema, o INSS tem executado reformas nas agências e utilizado procedimentos mais modernos. Porém, percebe-se que há um sério gargalo que impede uma solução. De nada adianta adotar um serviço moderno que poupa os usuários do cansaço físico, mas não os atende a tempo. Por outro lado, é muito conveniente ao administrador público trocar as reclamações dos segurados na rede física pela paciente espera em casa após um agendamento eletrônico. Portanto, espera-se que as medidas do MPF não arrefeçam e finalmente beneficiem os brasileiros.