domingo, 22 de fevereiro de 2015
A coisa vai ficar preta
O desgoverno continua sua marcha para concretizar o desastre nacional. Vamos, todos nós, amargar mais desconforto em nosso dia-a-dia, pois a relapsa e vacilante. “madame Dil” continua assistindo a tudo passivamente, não reconhece seus erros e culpa terceiros por sua incompetência. A percepção que cresce na sociedade não é apenas de aumento da recessão, mas a de que a nossa economia continua em deterioração, basta acompanhar, mesmo superficialmente, os noticiários. O Banco Central através de uma empresa de pesquisas, a Focus, avalia as projeções de cerca de 100 instituições e esta avaliação aponta para este ano de 2015 uma evolução negativa do Produto Interno Bruto (PIB), de 0,42%; um desempenho também negativo da indústria, queda de 0,43%; e inflação acima do teto da meta (outra vez), de 7,27%. Ao contrário do que aconteceu no primeiro mandato da “madame Dil”, onde tudo se prometeu e o Brasil era o País que considerava tudo uma “marolinha”, agora não estão prometendo mais nada, a não ser desgraças, pois, a perspectiva é de queda praticamente inexorável de crescimento econômico (e o partido da “infeliz” tem a desfaçatez de querer continuar no poder, falando até em volta do chefão-mor em 2018...kkkk), além de que a arrecadação de receitas vai sofrer baixas. A dinâmica das coisas, no mercado, não têm compromisso com as intenções das autoridades e, decididamente, não dá para apostar nas previsões da equipe econômica deste desgoverno. O nível de incertezas segue muito alto. Nenhum empresário sabe se pode ou não contar com suprimento regular de energia elétrica, porque o risco de racionamento continua alto. O mesmo pode-se dizer do fornecimento de água tratada nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, onde estão centralizadas as principais empresas do País. Existe, também, a Operação Lava Jato que já inibiu a atuação das empreiteiras. As revelações estão muito distantes de se completar e sabe-se lá que desdobramentos apresentarão na economia e na política. A Petrobras já anunciou que vai rever (para baixo) seu plano de negócios e sua crise se estenderá a seus fornecedores. Em paralelo, a derrubada dos preços do petróleo exigirá revisão do marco regulatório do setor, assunto que permanece na moita. Infelizmente, nossa Petrobras, está numa sinuca de bico, há mais de uma década sem administradores competentes e honestos e a única atitude que vemos é entrevistas e notas acusando terceiros.
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