
Em tempos atrás, o leite era vendido a granel. O interessado levava uma vasilha à leiteria, a qual era enchida com o leite semicongelado. Ninguém colocava em dúvida a qualidade do produto e nunca se teve notícias de qualquer alteração na sua composição original, o qual era gorduroso, tinha sabor agradável e ainda se fazia manteiga com a nata – espessa e amarelada.
Como consumidores inocentes, não sabemos há quanto tempo o leite que consumimos está contaminado com soda cáustica e água oxigenada, uma vez que adquirimos o produto em supermercados, geralmente em caixas com doze embalagens longa vida, com validade de até três meses, cujos preços variam conforme a marca e promoções.
Quem nos assegura que outros produtos líquidos, embalados em caixas, como sucos e polpas, também não estejam contaminados com conservantes também tóxicos? Não se tem notícia que misteriosos códigos de espessantes, conservantes, acidulantes, antioxidantes etc., constantes nas embalagens e autorizados pelas autoridades sanitárias, muitos sintéticos, possam provocar danos à saúde dos consumidores se utilizados em dosagens diferentes das autorizadas e consentidas.
]O leite, com toda a moderna tecnologia no seu processamento e rigorosa fiscalização (???), normas de acondicionamento, validade etc., é agora o vilão, pois descobriu-se que contém conservantes tóxicos e aditivos que mascaram sua vida útil.
O famoso processo UHT, diz o rótulo, garante sua conservação e também, agora, das drogas que lhe são adicionadas.
A solução é comprar uma vaca leiteira ou adotar o uso do leite de soja como substituto desse fundamental alimento que hoje é alvo dessa criminosa adulteração com substâncias altamente nocivas, pois já não sabemos em que confiar.
Como consumidores inocentes, não sabemos há quanto tempo o leite que consumimos está contaminado com soda cáustica e água oxigenada, uma vez que adquirimos o produto em supermercados, geralmente em caixas com doze embalagens longa vida, com validade de até três meses, cujos preços variam conforme a marca e promoções.
Quem nos assegura que outros produtos líquidos, embalados em caixas, como sucos e polpas, também não estejam contaminados com conservantes também tóxicos? Não se tem notícia que misteriosos códigos de espessantes, conservantes, acidulantes, antioxidantes etc., constantes nas embalagens e autorizados pelas autoridades sanitárias, muitos sintéticos, possam provocar danos à saúde dos consumidores se utilizados em dosagens diferentes das autorizadas e consentidas.
]O leite, com toda a moderna tecnologia no seu processamento e rigorosa fiscalização (???), normas de acondicionamento, validade etc., é agora o vilão, pois descobriu-se que contém conservantes tóxicos e aditivos que mascaram sua vida útil.
O famoso processo UHT, diz o rótulo, garante sua conservação e também, agora, das drogas que lhe são adicionadas.
A solução é comprar uma vaca leiteira ou adotar o uso do leite de soja como substituto desse fundamental alimento que hoje é alvo dessa criminosa adulteração com substâncias altamente nocivas, pois já não sabemos em que confiar.
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