
Segundo estimativas, a população da Terra, atualmente, ultrapassa a marca de 6.800.000.000 de pessoas.
Essas projeções, levadas a efeito pelo Centro de Programas Internacionais da Agência de Censo dos Estados Unidos (U.S. Census Bureau), apontam ainda que em outubro de 2012, a população da Terra será acima de 7 bilhões de habitantes.
Obviamente são estimativas, e como tal não deve haver qualquer dúvida que essas projeções são baseadas em estatísticas produzidas com enormes margens de erro, mas claramente se apoiam e emergem de dados anteriormente coletados. Se na realidade essa marca não for atingida, sem dúvida o será, no próximo ano.
Um relatório publicado pela mesma Agência em março de 2004 apontava que a população mundial havia atingido a marca de 6 bilhões de habitantes em junho de 1999. "Esse número é cerca de 3,5 vezes maior do que a população mundial no início do século XX e que a grosso modo, dobrou em 1960", informa o estudo.
Mesmo se considerarmos que a população global levou 12 anos para crescer de 5 para 6 bilhões, esse período de tempo foi o intervalo mais curto, se comparado com os outros, para alcançar os bilhões anteriores.
O que preocupa não é que hoje a população da Terra seja cerca de 4 vezes maior do que a existente em 1900 e sim que a produção de alimentos nesse período não acompanhou o vertiginoso crescimento demográfico.
Muitos anos atrás, o ex-Secretário de Defesa americano Robert S. McNamara, afirmava algo parecido com "Enquanto a população mundial cresce exponencialmente, a produção de alimentos cresce linearmente."
Não existe tecnologia, interesse político das nações do primeiro mundo ou qualquer derivativo mágico que faça frente a limitação dos recursos alimentícios que podem ser obtidos no planeta, que os mais otimistas acreditam serem capazes de prover sustento somente para uns 4 bilhões de habitantes.
Que triste fim espera os atuais mais de 2 bilhões de seres excedentes?
Essas projeções, levadas a efeito pelo Centro de Programas Internacionais da Agência de Censo dos Estados Unidos (U.S. Census Bureau), apontam ainda que em outubro de 2012, a população da Terra será acima de 7 bilhões de habitantes.
Obviamente são estimativas, e como tal não deve haver qualquer dúvida que essas projeções são baseadas em estatísticas produzidas com enormes margens de erro, mas claramente se apoiam e emergem de dados anteriormente coletados. Se na realidade essa marca não for atingida, sem dúvida o será, no próximo ano.
Um relatório publicado pela mesma Agência em março de 2004 apontava que a população mundial havia atingido a marca de 6 bilhões de habitantes em junho de 1999. "Esse número é cerca de 3,5 vezes maior do que a população mundial no início do século XX e que a grosso modo, dobrou em 1960", informa o estudo.
Mesmo se considerarmos que a população global levou 12 anos para crescer de 5 para 6 bilhões, esse período de tempo foi o intervalo mais curto, se comparado com os outros, para alcançar os bilhões anteriores.
O que preocupa não é que hoje a população da Terra seja cerca de 4 vezes maior do que a existente em 1900 e sim que a produção de alimentos nesse período não acompanhou o vertiginoso crescimento demográfico.
Muitos anos atrás, o ex-Secretário de Defesa americano Robert S. McNamara, afirmava algo parecido com "Enquanto a população mundial cresce exponencialmente, a produção de alimentos cresce linearmente."
Não existe tecnologia, interesse político das nações do primeiro mundo ou qualquer derivativo mágico que faça frente a limitação dos recursos alimentícios que podem ser obtidos no planeta, que os mais otimistas acreditam serem capazes de prover sustento somente para uns 4 bilhões de habitantes.
Que triste fim espera os atuais mais de 2 bilhões de seres excedentes?
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