Este texto objetiva expressar uma decepção pelo fato de sentir-me ludibriado , enganado como muitos outros brasileiros, tendo conhecimento de que os “políticos” usam recursos que poderiam ter sido usados em coisas mais urgentes e fundamentais, como por exemplo, no sistema educacional, saúde e segurança, mas não, usam nosso dinheiro como bem querem, de maneira inútil.
Na realidade o que me incomoda não são os escândalos que diariamente são informados através da imprensa. Incomoda-me o que os nossos “congressistas” fazem para acabar provocando os escândalos.
Brasília, infelizmente, mais parece a “casa da mãe Joana”, onde cada um faz o que quer e não se incomoda com o que pensam disso. Tudo acaba mesmo em pizza...
Eu acho que o povo já se acostumou ou seja, já se acomodou com os escândalos, brasileiro só quer saber de novelas e futebol, o resto que se dane.
O que mais decepciona é o fato de que tudo o que vem acontecendo, irá continuar porque existem duas classes (maioria) que sustentam a permanência dos “espécimes politicus” que continuarão, por muito tempo, a “reinar” em Brasília.
Uma classe é a do pessoal que recebe o Bolsa Família (moeda que compra votos).
A outra classe são os “espertalhões” que:
- Compram recibos para abater na declaração do imposto de renda e pagar menos imposto;
- Mudam a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
- Quando viajam a serviço pela empresa, se o almoço custou R$ 10,00 pedem nota de R$ 20,00;
- Comercializam objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
- Estacionam em vagas exclusivas para deficientes e idosos;
- Adulteram o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
- Compram produtos piratas com a plena consciência de que são piratas;
- Substituem o catalizador do carro por um que só tem a casca...;
- Diminuem a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
- Emplacam o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
- Frequentam os caça-níqueis e fazem uma fézinha no jogo de bicho;
- Etc., etc., etc...
Realmente, é lastimável a situação do Brasil onde tantas pessoas vivem com menos de um salário mínimo e a classe política realizando a maior “farra” com o dinheiro público.
Na realidade o que me incomoda não são os escândalos que diariamente são informados através da imprensa. Incomoda-me o que os nossos “congressistas” fazem para acabar provocando os escândalos.
Brasília, infelizmente, mais parece a “casa da mãe Joana”, onde cada um faz o que quer e não se incomoda com o que pensam disso. Tudo acaba mesmo em pizza...
Eu acho que o povo já se acostumou ou seja, já se acomodou com os escândalos, brasileiro só quer saber de novelas e futebol, o resto que se dane.
O que mais decepciona é o fato de que tudo o que vem acontecendo, irá continuar porque existem duas classes (maioria) que sustentam a permanência dos “espécimes politicus” que continuarão, por muito tempo, a “reinar” em Brasília.
Uma classe é a do pessoal que recebe o Bolsa Família (moeda que compra votos).
A outra classe são os “espertalhões” que:- Compram recibos para abater na declaração do imposto de renda e pagar menos imposto;
- Mudam a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas;
- Quando viajam a serviço pela empresa, se o almoço custou R$ 10,00 pedem nota de R$ 20,00;
- Comercializam objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
- Estacionam em vagas exclusivas para deficientes e idosos;
- Adulteram o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado;
- Compram produtos piratas com a plena consciência de que são piratas;
- Substituem o catalizador do carro por um que só tem a casca...;
- Diminuem a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem;
- Emplacam o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA;
- Frequentam os caça-níqueis e fazem uma fézinha no jogo de bicho;
- Etc., etc., etc...
Realmente, é lastimável a situação do Brasil onde tantas pessoas vivem com menos de um salário mínimo e a classe política realizando a maior “farra” com o dinheiro público.
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