O estupro de crianças em todo o País e também no mundo teve um grande aumento nestes últimos tempos, sendo que estes problemas ocorrem inclusive dentro da própria casa, com a própria família ou talvez onde a deixamos. Cada vez mais crianças estão sofrendo abuso sexual pelo próprio pai e outros familiares, além disso, são chantageadas para não dizerem nada do ocorrido a outras pessoas. O que fazer para combater esta violência? É algo muito importante e que exige uma solução o mais breve possível, pois quantas outras crianças irão sofrer o estupro para que alguém tome uma atitude para combater este tipo de violência? Muitas providências devem ser tomadas imediatamente como leis mais severas por parte do governo, campanhas na mídia em geral e organizações especializadas para combater este tipo de crime. Outra providência principal que pode combater esta violência em casa é que os próprios familiares ao notarem diferença no comportamento da criança, deve-se conversar com a mesma. Mas não adianta tentar obter informações em apenas alguns minutos, pois a criança não dirá nada, pois geralmente quem abusa sexualmente dela, chantageia dizendo que irá matar alguém próximo se dizer algo a alguém. Desta forma, é preciso que a família dê maior atenção, e passe segurança à criança, para que assim ela sinta-se segura para dizer o que realmente está acontecendo.
Isso é verdadeiramente um assunto muito delicado para ser tratado, sendo que está em jogo a vida social e psíquica da criança, além do risco de morte, no qual é praticado por alguém próximo que geralmente não possui vínculos familiares.
O texto abaixo está baseado em reportagem de Amanda Barbieri do Jornal A Tribuna de 24/01/2010.
“Um bebê de 8 meses foi vítima de estupro, provavelmente causado por manuseamento digital, em Santos no litoral do Estado de São Paulo.Os pais da criança afirmam que o abuso ocorreu na creche pública onde a menina ficava, em Santos, mas o crime ainda está sendo investigado.
Segundo a mãe da criança, uma babá de 40 anos, o bebê frequentava a creche desde o último dia 11/01/2010. Porém, no dia 13/01/2010, ela notou mudanças no comportamento da filha. “Perguntei para as tias da creche se ela estava comendo e disseram que não. Percebi que ela estava molinha, diferente”.
O mesmo comportamento repetiu-se nos dois próximos dias. “Ficou sem comer, não brincava. Notamos que ela estava com alguns arranhões pelo corpo”.
No dia 15/01/2010 à noite, a mãe decidiu examinar a menina, quando se surpreendeu ao observar uma vermelhidão na região genital. Na hora do banho vi que estava cortado.
Os pais, levaram a menina no Pronto Socorro Central que os encaminhou para o Instituto Médico Legal ( IML) para exame de corpo de delito.
A criança passou por exames, cujo resultado preliminar apresentava “positivo para estupro, provavelmente manuseamento digital”, com o carimbo e assinatura do médico legista.
O pai da menina acredita que os abusos ocorreram na creche. “Em casa só ficamos eu e a mãe”. Revoltada a mãe pede justiça. “Façam comigo, mas não com minha filha. QUEM FEZ ISSO É UM MONSTRO!!!”
Este caso que está sendo investigado correrá em segredo de Justiça, por tratar-se de um menor de idade e foi registrado no 7º. Distrito Policial de Santos/SP, conforme boletim de ocorrência número 370, sob a natureza de estupro de vulnerável.
Isso é verdadeiramente um assunto muito delicado para ser tratado, sendo que está em jogo a vida social e psíquica da criança, além do risco de morte, no qual é praticado por alguém próximo que geralmente não possui vínculos familiares.
O texto abaixo está baseado em reportagem de Amanda Barbieri do Jornal A Tribuna de 24/01/2010.
“Um bebê de 8 meses foi vítima de estupro, provavelmente causado por manuseamento digital, em Santos no litoral do Estado de São Paulo.Os pais da criança afirmam que o abuso ocorreu na creche pública onde a menina ficava, em Santos, mas o crime ainda está sendo investigado.
Segundo a mãe da criança, uma babá de 40 anos, o bebê frequentava a creche desde o último dia 11/01/2010. Porém, no dia 13/01/2010, ela notou mudanças no comportamento da filha. “Perguntei para as tias da creche se ela estava comendo e disseram que não. Percebi que ela estava molinha, diferente”.
O mesmo comportamento repetiu-se nos dois próximos dias. “Ficou sem comer, não brincava. Notamos que ela estava com alguns arranhões pelo corpo”.
No dia 15/01/2010 à noite, a mãe decidiu examinar a menina, quando se surpreendeu ao observar uma vermelhidão na região genital. Na hora do banho vi que estava cortado.
Os pais, levaram a menina no Pronto Socorro Central que os encaminhou para o Instituto Médico Legal ( IML) para exame de corpo de delito.
A criança passou por exames, cujo resultado preliminar apresentava “positivo para estupro, provavelmente manuseamento digital”, com o carimbo e assinatura do médico legista.
O pai da menina acredita que os abusos ocorreram na creche. “Em casa só ficamos eu e a mãe”. Revoltada a mãe pede justiça. “Façam comigo, mas não com minha filha. QUEM FEZ ISSO É UM MONSTRO!!!”
Este caso que está sendo investigado correrá em segredo de Justiça, por tratar-se de um menor de idade e foi registrado no 7º. Distrito Policial de Santos/SP, conforme boletim de ocorrência número 370, sob a natureza de estupro de vulnerável.
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