
Alcoolismo, doença ou vício? Esta é a maior discussão das autoridades médicas do mundo inteiro, que não sabem como combater o mal, uma vez que não conseguem determinar qual seu campo: a enfermidade ou a dependência.
Ao que parece, o principal argumento é o de que quanto mais prolongado o uso de substâncias tóxicas, maior é a capacidade do organismo em defender-se dessas substâncias. Por essa razão é possível que a constante ingestão de álcool, em doses elevadas, possa fazer com que o indivíduo precise cada vez de maior quantidade para sentir seus efeitos. Por exemplo, uma pessoa que não está acostumada a beber, com dois ou três copos de cerveja fica alegre, impulsiva, eufórica. Contudo. Para uma pessoa que está acostumada a beber, tomar três copos de cerveja é praticamente a mesma coisa que se ela tivesse ingerido três copos de água.
Esse fato leva os médicos a encararem o alcoolismo como uma “enfermidade de dependência”, ou seja – conforme a afirmação médica – a pessoa torna-se incapaz de controlar a ingestão do álcool, por sua própria vontade. Até que, a certa altura, ela já não pode decidir por si mesma se deve ou não largar de beber. Não consegue!
Outra preocupação das autoridades é que, a cada dia, cresce o número de doenças causadas pelo alcoolismo, que em certos casos, podem mesmo ser fatais.
Por outro lado os médicos insistem em que, nos casos em que o alcoólatra “aprendeu” a beber, ele pode muito bem “desaprender”. Exemplificando: em geral, as pessoas molham o dedo em bebidas e põem na boca da criança – que muitas vezes não possui sequer idade para discernir água de uísque. Essa atitude, geralmente, leva ao aprendimento de um hábito que, mais tarde, poderá ser difícil de ser erradicado.
Outro caso de aprendizado é o de mulheres que aos 40 anos de idade – esse fato torna-se cada dia mais freqüente na classe média, tanto no Brasil como no resto do mundo -, quando seu papéis de esposa e mãe parecem terminados começam a beber habitualmente. Quanto aos adolescentes, o hábito parece ser criado na idade dos 14 aos 16 anos, quando começam a freqüentar rodinhas de amigos e, para acompanhá-los, passam a beber.
A maioria se esquece de que, além de inúmeras conseqüências psíquicas e orgânicas, o alcoolismo também causa diversos tipos de doenças. Entre elas, poderiam ser citadas a cirrose, gordura, diminuição e desestruturação do fígado, deficiência de vitaminas, enfraquecimento do músculo cardíaco, anemia, atrasos mentais no feto, além de outros problemas, na gestante.
Ao que parece, o principal argumento é o de que quanto mais prolongado o uso de substâncias tóxicas, maior é a capacidade do organismo em defender-se dessas substâncias. Por essa razão é possível que a constante ingestão de álcool, em doses elevadas, possa fazer com que o indivíduo precise cada vez de maior quantidade para sentir seus efeitos. Por exemplo, uma pessoa que não está acostumada a beber, com dois ou três copos de cerveja fica alegre, impulsiva, eufórica. Contudo. Para uma pessoa que está acostumada a beber, tomar três copos de cerveja é praticamente a mesma coisa que se ela tivesse ingerido três copos de água.
Esse fato leva os médicos a encararem o alcoolismo como uma “enfermidade de dependência”, ou seja – conforme a afirmação médica – a pessoa torna-se incapaz de controlar a ingestão do álcool, por sua própria vontade. Até que, a certa altura, ela já não pode decidir por si mesma se deve ou não largar de beber. Não consegue!
Outra preocupação das autoridades é que, a cada dia, cresce o número de doenças causadas pelo alcoolismo, que em certos casos, podem mesmo ser fatais.
Por outro lado os médicos insistem em que, nos casos em que o alcoólatra “aprendeu” a beber, ele pode muito bem “desaprender”. Exemplificando: em geral, as pessoas molham o dedo em bebidas e põem na boca da criança – que muitas vezes não possui sequer idade para discernir água de uísque. Essa atitude, geralmente, leva ao aprendimento de um hábito que, mais tarde, poderá ser difícil de ser erradicado.
Outro caso de aprendizado é o de mulheres que aos 40 anos de idade – esse fato torna-se cada dia mais freqüente na classe média, tanto no Brasil como no resto do mundo -, quando seu papéis de esposa e mãe parecem terminados começam a beber habitualmente. Quanto aos adolescentes, o hábito parece ser criado na idade dos 14 aos 16 anos, quando começam a freqüentar rodinhas de amigos e, para acompanhá-los, passam a beber.
A maioria se esquece de que, além de inúmeras conseqüências psíquicas e orgânicas, o alcoolismo também causa diversos tipos de doenças. Entre elas, poderiam ser citadas a cirrose, gordura, diminuição e desestruturação do fígado, deficiência de vitaminas, enfraquecimento do músculo cardíaco, anemia, atrasos mentais no feto, além de outros problemas, na gestante.
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