
Todos já pertencemos a ele – o mundo da criança. Já sentimos na própria alma o que se convencionou chamar de “carência afetiva”. Já sabemos o que significa, nos momentos em que procurávamos nosso pai ou nossa mãe, ouvir estas palavras: “Estou muito ocupado agora. Vai brincar e não me amola...” Isso significa, muitas vezes, abrir uma ferida n’alma da criança que a acompanha a vida inteira, sem remédio que a cure.
O que relatamos acima acontece nos lares ditos organizados e no seio da “melhor” sociedade.
Assume, entretanto, características mais graves quando se trata de crianças cujas famílias se desfizeram por motivos subalternos que a rigor não resistem à mais benevolente crítica. Toma, afinal, proporções de aspectos sinistros quando deparamos com as crianças pertencentes à categoria de “marginalizadas” ou completamente “abandonadas”.
Os governos vivem a braços com o grave problema da criminalidade que já está apavorando os doutos na matéria. As autoridades incumbidas de solucioná-lo, em virtude do espantoso aumento do número de criminosos em todo o país, estão impotentes.
Segundo estamos informados, existem milhares de mandatos judiciais de prisão que não podem ser cumpridos por falta absoluta de presídios, os que existem estão com sua lotação excedida muitas vezes, de mais do dobro de presos recolhidos. E isso só no Estado de São Paulo.
No entanto, poucos atentam para a raiz do problema – que é a criança abandonada, pois dela emergem, como todos estão cansados de saber, os criminosos de toda espécie, inclusive os de alta periculosidade.
É urgente a necessidade de um meio de valorizar a vida dessas crianças ainda recuperáveis, lançando na sociedade uma: “CAMPANHA DE PREVENÇÃO DO ABANDONO DAS CRIANÇAS CARENTES DE AMOR”.
O que relatamos acima acontece nos lares ditos organizados e no seio da “melhor” sociedade.
Assume, entretanto, características mais graves quando se trata de crianças cujas famílias se desfizeram por motivos subalternos que a rigor não resistem à mais benevolente crítica. Toma, afinal, proporções de aspectos sinistros quando deparamos com as crianças pertencentes à categoria de “marginalizadas” ou completamente “abandonadas”.
Os governos vivem a braços com o grave problema da criminalidade que já está apavorando os doutos na matéria. As autoridades incumbidas de solucioná-lo, em virtude do espantoso aumento do número de criminosos em todo o país, estão impotentes.
Segundo estamos informados, existem milhares de mandatos judiciais de prisão que não podem ser cumpridos por falta absoluta de presídios, os que existem estão com sua lotação excedida muitas vezes, de mais do dobro de presos recolhidos. E isso só no Estado de São Paulo.
No entanto, poucos atentam para a raiz do problema – que é a criança abandonada, pois dela emergem, como todos estão cansados de saber, os criminosos de toda espécie, inclusive os de alta periculosidade.
É urgente a necessidade de um meio de valorizar a vida dessas crianças ainda recuperáveis, lançando na sociedade uma: “CAMPANHA DE PREVENÇÃO DO ABANDONO DAS CRIANÇAS CARENTES DE AMOR”.
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