A prática da Arte pode ser a via que nos libertará do tédio e das submissões ordinárias. No mundo atual, mecanizado, programado, vigiado; a Arte é uma das poucas satisfações que nos restam... (J.J. Tharrats).
Vivemos numa sociedade auto-destrutiva onde predominam os efeitos devastadores de um sistema atroz que com raras exceções, está realmente compromissado com a formação equilibrada do cidadão. Somos tratados apenas como números promissores e massa manipulada que aos nossos dirigentes governamentais e ao capital internacional só interessa como fonte de consumo, que proporcione retorno financeiro certo, sem grandes comprometimentos e em curto prazo.
Nosso sistema educacional, infelizmente também está atrelado a esta poderosa “máquina mortífera” e diante de tamanho desafio, não sabe ou não encontrou ainda, força suficiente para reagir e propor uma nova direção que atenda às reais necessidades do ser humano. Neste contexto caminhamos cabisbaixos, a reboque e de pés e mão atadas.
Quando o ser humano deixa de respeitar a si próprio, como pode respeitar seus semelhantes? Quando o ser humano deixa de ouvir a sua voz interior, como pode ouvir e respeitar aqueles que estão ao seu lado? Quando deixamos de zelar de nossa própria casa, como poderemos zelar de nosso jardim, nossa rua, nosso bairro, nossa cidade, nosso Estado, nosso País, da Natureza?
Quando a ordem social já não é mais capaz de zelar de seus próprios cidadãos, o sinal está vermelho e no meio da noite, o caos pode estabelecer-se e as trevas sorrateiramente assumir o trono.
Estamos todos doentes. Os vandalismos, as barbáries que pateticamente assistimos em nosso cotidiano, com olhar passivo e submisso, é o reflexo fiel de uma sociedade que não encontrou ainda, um espaço virtuoso de onde e como canalizar suas potencialidades, suas energias criativas... E toda “energia criativa” por mais positiva que seja, quando estagnada, adoece, cria ranço, e de alguma forma desastradamente tem que ser expressa, trazendo em seu rastro, o lado animalesco do bicho homem.
Sabemos que uma sociedade sadia essencialmente é o reflexo de cidadãos equilibrados. E o que tem o ensino de Artes a ver com tudo isto? Precisamos urgentemente de profissionais conscientes de seu ofício. Profissionais que não se prostituem e nem sejam mercenários do sagrado dom de Ensinar. Profissionais que vibrem com o despertar da alma humana e percebam com alegria, que, quem ganha com isto, é o legado humano, somos nós mesmos.
A Arte é um dos caminhos seguros que mais nos aproxima da Fonte Criadora. Seu campo de conhecimento, sua referência de pesquisa é a própria essência da Criação. Nos dias conturbados de hoje, com certeza precisamos urgentemente desta vivência artística, deste fazer Arte, como forma de se curar, de descobrir-se como pessoa, ser humano capaz de produzir algo que dignifique e enobreça nossa condição de seres inteligentes, cidadãos do Infinito. A Arte é o elo ainda perdido que essencialmente, dá vida e harmoniza a justa relação entre “o pensar, o sentir e o querer”. A Arte permeada na Educação é isto. Como o sangue que circula nas veias, é a genuína expressão de momentos vividos intensamente, momentos únicos onde almas sedentas de conhecimento, despem-se de seus preconceitos, temores, e abrem-se para o novo, a descoberta, o insólito, o salutar. Instantes compartilhados e de cumplicidade entre pessoas comprometidas com o ato de aprender e ensinar, ensinar e aprender, de dar e receber, de receber e dar.
Nosso sistema educacional, infelizmente também está atrelado a esta poderosa “máquina mortífera” e diante de tamanho desafio, não sabe ou não encontrou ainda, força suficiente para reagir e propor uma nova direção que atenda às reais necessidades do ser humano. Neste contexto caminhamos cabisbaixos, a reboque e de pés e mão atadas.
Quando o ser humano deixa de respeitar a si próprio, como pode respeitar seus semelhantes? Quando o ser humano deixa de ouvir a sua voz interior, como pode ouvir e respeitar aqueles que estão ao seu lado? Quando deixamos de zelar de nossa própria casa, como poderemos zelar de nosso jardim, nossa rua, nosso bairro, nossa cidade, nosso Estado, nosso País, da Natureza?
Quando a ordem social já não é mais capaz de zelar de seus próprios cidadãos, o sinal está vermelho e no meio da noite, o caos pode estabelecer-se e as trevas sorrateiramente assumir o trono.
Estamos todos doentes. Os vandalismos, as barbáries que pateticamente assistimos em nosso cotidiano, com olhar passivo e submisso, é o reflexo fiel de uma sociedade que não encontrou ainda, um espaço virtuoso de onde e como canalizar suas potencialidades, suas energias criativas... E toda “energia criativa” por mais positiva que seja, quando estagnada, adoece, cria ranço, e de alguma forma desastradamente tem que ser expressa, trazendo em seu rastro, o lado animalesco do bicho homem.
Sabemos que uma sociedade sadia essencialmente é o reflexo de cidadãos equilibrados. E o que tem o ensino de Artes a ver com tudo isto? Precisamos urgentemente de profissionais conscientes de seu ofício. Profissionais que não se prostituem e nem sejam mercenários do sagrado dom de Ensinar. Profissionais que vibrem com o despertar da alma humana e percebam com alegria, que, quem ganha com isto, é o legado humano, somos nós mesmos.
A Arte é um dos caminhos seguros que mais nos aproxima da Fonte Criadora. Seu campo de conhecimento, sua referência de pesquisa é a própria essência da Criação. Nos dias conturbados de hoje, com certeza precisamos urgentemente desta vivência artística, deste fazer Arte, como forma de se curar, de descobrir-se como pessoa, ser humano capaz de produzir algo que dignifique e enobreça nossa condição de seres inteligentes, cidadãos do Infinito. A Arte é o elo ainda perdido que essencialmente, dá vida e harmoniza a justa relação entre “o pensar, o sentir e o querer”. A Arte permeada na Educação é isto. Como o sangue que circula nas veias, é a genuína expressão de momentos vividos intensamente, momentos únicos onde almas sedentas de conhecimento, despem-se de seus preconceitos, temores, e abrem-se para o novo, a descoberta, o insólito, o salutar. Instantes compartilhados e de cumplicidade entre pessoas comprometidas com o ato de aprender e ensinar, ensinar e aprender, de dar e receber, de receber e dar.
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